Dienstag, 16. Januar 2018

BRASIL: NOTICIAS AGRARIAS


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Atentado contra cacique Krikati é resultado do sucateamento da Funai, diz presidente de Condisi

A Funai está sucateada, era para quem poderíamos recorrer. O atentado é resultado disso. Existe um ambiente onde podem invadir a terra indígena que não tem problema”, diz Cry’cry Krikati
Quando a moto sofreu o impacto e caiu arrastando-se pelo asfalto, o cacique João Grossar Krikati não esperou para ver ferimentos ou quem eram os ocupantes do automóvel que o derrubou; embrenhou-se na mata, num trecho da MA-280, perto do antigo povoado de Tiosque, entre os municípios de Sítio Novo e Montes Altos, sudoeste do Maranhão. A emboscada ocorreu no sábado, dia 6, já na altura da Terra Indígena Krikati, homologada com 144.775 hectares, mas alvo permanente da cobiça de madeireiros, garimpeiros e ocupada por dezenas de famílias não indígenas.

Fonte. CIMI

Pastoral da Terra: 65 pessoas foram assassinadas em conflitos no campo

Entre as mortes estão chacinas no Pará, Mato Grosso e Rondônia

A Comissão Pastoral da Terra (CPT) contabiliza 65 pessoas assassinadas em conflitos no campo em 2017, o que faz do Brasil o país mais violento para as populações camponesas no mundo, de acordo com a CPT. Os dados são preliminares e devem integrar relatório que a comissão divulga, todos os anos, com balanço sobre conflitos no campo no país.

Fonte. O Tempo

A INCRÍVEL VIOLÊNCIA NA "REINTEGRAÇÃO DE POSSE" EM MANACAPURU, NO AMAZONAS.
Há 15 anos os pequenos agricultores trabalham ali, aí aparece um fazendeiro e diz que as terras são dele, aparece um juiz que não se deu ao trabalho de ir conhecer a comunidade e desapropria 180 famílias, expulsando-as dos seus lares

Fonte. Facebook Jornalistas Livres

Indígenas Kanamari ocupam DSEI para denunciar mortes e desassistência no Vale do Javari

De acordo com levantamento feito pela organização Kanamari, de 2004 até 2017, 30 indígenas morreram por doenças ou cometendo suicídio. Em 2017, dez crianças morreram
Desde as primeiras horas da manhã de sexta-feira, 12, a sede do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Vale do Javari, no município de Atalaia do Norte (AM), está ocupada por indígenas do povo Kanamari. A ocupação acontece, segundo nota divulgada pela Associação Kanamari do Vale do Javari (Akavaja), devido a indignação das lideranças com “o alto índice de mortes” ocorrido nas aldeias.

Fonte.  CIMI

MST Zona da Mata ocupa mais um latifúndio improdutivo.

A área pertencia à Companhia Têxtil Ferreira Guimarães, antiga Companhia Industrial Valença, que encerrou suas atividades industriais em 2013
Na manhã de hoje (13), as famílias do acampamento Gabriel Pimenta que está com reintegração de posse em Coronel Pacheco ocuparam mais uma área improdutiva na zona da mata mineira. Localizada no "pé"da Serra da Mantiqueira no município de Antônio Carlos, a fazenda da Serra com mais de 4000 hectares se encontrava em completo estado de abandono.

Fonte. MST

Lei reduz limites das florestas estaduais de Faro e do Trombetas, no Pará

Lei foi sancionada e publicada no dia 12 de janeiro no Diário Oficial do Estado. Áreas reduzidas serão destinadas para uso de duas comunidades quilombolas.

As Florestas Estaduais de Faro e do Trombetas (Flota), no oeste do Pará, tiveram os limites alterados após o governador sancionar a Lei Nº 8.595, aprovada pela Assembleia Legislativa do Pará (Alepa). A lei também desafeta as áreas de uso das comunidades quilombolas de Cachoeira Porteira e Ariramba. O documento foi publicado no dia 12 de janeiro no Diário Oficial do Estado (DOE).

Fonte.  Folha do Progresso

Dispara desmatamento em Terras Indígenas no Sul da Amazônia

O corredor Tupi-Mondé, formado por sete Terras Indígenas na divisa entre Rondônia e Mato Grosso, perdeu mais de 1,2 mil hectares de florestas ao longo do primeiro semestre do ano passado. Os dados são resultado do monitoramento realizado por organizações indígenas e não governamentais, com base no aplicativo Global Forest Watch (GFW), utilizando para acompanhar a perda de florestas em todo o mundo.

Fonte.  Amazônia noticia e informação

Justiça condena Vale por assoreamento de rio no Pará

ineradora também foi obrigada a manter compensação financeira a famílias quilombolas impactadas e a implementar projeto de geração de renda
A Justiça Federal condenou a mineradora Vale a reparar os danos ambientais relativos ao assoreamento de rios e igarapés e ao enfraquecimento do solo de área impactada por operações da empresa no território quilombola de Jambuaçu, em Moju, no nordeste do Pará.

Fonte. Amazônia noticia e informação