Saturday, September 2, 2017

LAS BASES CLASISTAS MANTIENEN EN ALTO LA LUCHA Y LA NECESIDAD DE SU RADICALIZACIÓN PARA ALCANZAR LOS OBJETIVOS DE LA HNI DE LAS BASES REGIONALES DEL SUTEP:




ASI PERMANECEN LOS LOCALES ESCOLARES CERRADOS Y VIGILADOS POR LOS MAESTROS HUELGISTAS EN APURIMAC. ENTRAR A LA DIRECCIÓN DE ARRIBA PARA VER TODAS LAS FOTOS DE COMO LOS MAESTROS DEFIENDEN MOVILIZADOS LA HNI, MIENTRAS EN ALGUNOS LUGARES BAJO LA INFLUENCIA DE REVISIONISTAS Y CAOPITULADORES ALGUNOS MAESTROS RERALIZAN HUELGA DE HAMBRE. PERO LAS BASES CLASISTAS MANTIENEN EN ALTO LA LUCHA Y LA NECESIDAD DE SU RADICALIZACIÓN PARA ALCANZAR LOS OBJETIVOS DE LA HNI DE LAS BASES REGIONALES DEL SUTEP:


MENSAJE: No dejaremos impune tu muerte, Chimbote no te debe abandonar , Tenemos seguir luchando, Colegas no regresen a trabajar , hasta el final colegas , no,podemos ser indiferentes.
Has muerto, maestro,en el ardiente amanecer del mundo.
 
UNA POESIA EN HOMENAJE A UN MAESTRO CAÍDO EN LA LUCHA MAGISTERIAL: 

Has muerto. Irremediablemente has muerto.Parada está tu voz, tu sangre en tierra. Has muerto, no lo olvido.
¿Qué tierra crecerá que no te alce?
¿Qué sangre correrá que no te nombre?
¿Qué voz madurará de nuestros labios que no diga tu muerte,
tu silencio, el callado dolor de no tenerte?
Y brotan de tu muerte, horrendamente vivos,tu mirada, tu traje azul de héroe, tu rostro sorprendido entre la pólvora, tus manos sin violines ni fusiles, desnudamente quietas. Has muerto, camarada, en el ardiente amanecer del mundo. Has muerto cuando apenas tu mundo, nuestro mundo,amanecía.
Llevabas en los ojos, en el pecho, tras el gesto implacable de la boca, un claro sonreír, un alba pura. Te imagino cercado por las balas, por la rabia y el odio pantanoso, como tenso relámpago caído,


MENSAJE: HOY ANCASH Y EL PERÚ ESTÁ DE LUTO!!! GRACIAS MAESTRO ANGEL POR ENSEÑARME A LUCHAR POR MIS DERECHOS... AHORA PARTISTE AL MAS ALLÁ DIOS TE TENGA EN SU GLORIA... HOY Y SIEMPRE QUEDARAS INMORTALIZADO DE CADA UNO DE NOSOTROS..


EXTRACTO DEUN DIARIO REACCIONARIO:

Juliaca: maestros del Sutep dan último adiós a docente que falleció de un infarto

Docentes de toda la región protagonizaron una masiva movilización en Juliaca 

 


Juliaca: maestros del Sutep dan último adiós a docente que falleció de un infarto
02 de Septiembre del 2017 - 07:00 » Textos: Lourdes Calla » Fotos: Difusión
Docentes agremiados al SUTE de toda la región Puno, protagonizaron masiva movilización y despidieron a un docente que falleció a causa de un infarto.
Los manifestantes le rindieron un homenaje a José Luis Gutiérrez Huallpartupa, un profesor que murió al fallarle el corazón en medio de la huelga indefinida, el maestro trabajaba en la Institución Educativa Secundaria San Isidro de Ccacachi. Deja cinco hijos en la orfandad.


 

A NOVA DEMOCRACIA DOBRASIL: Guerra justa versus guerra injusta



Fausto Arruda
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A invasão de Mosul, no Iraque, os atentados do Estado Islâmico em Barcelona e em outras capitais europeias, os novos reforços na agressão ao Afeganistão, os duros golpes da Resistência nacional ao invasor imperialista, o rebrotar das questões raciais no USA, as ameaças à Coreia e à Venezuela por parte do parlapatão Trump e a militarização e terror policial nas invasões das favelas no Rio de Janeiro: tudo isso é demonstração de que no mundo e no Brasil, o agravamento sem precedentes de suas contradições e de sua natureza antagônica só podem ser enfrentadas e resolvidas pela violência, por meio das armas. Entre os interesses dos imperialistas e seus lacaios, por um lado, e das massas populares e nações oprimidas, por outro, estes são fatos que evidenciam o grau avançado de decomposição que atingiu o imperialismo, correspondente a uma situação revolucionária em desenvolvimento desigual, porém incessante em todo o mundo, frente à qual o imperialismo procura contrarrestar através de sua guerra de rapina por nova partilha, com a reacionarização do Estado de modo geral, apontando ao fascismo em particular como tendência.



O mundo está em guerra porque o imperialismo é a guerra: a guerra de partilha e repartilha entre superpotências e potências, guerras de rapina contra os países oprimidos. São guerras de dominação e de opressão para exploração dos povos e nações oprimidas. São guerras injustas.
Contudo, a guerra imperialista não existe sem sua contraposição: as guerras justas. São guerras dos povos pela libertação de suas nações invadidas, e guerras populares pelo estabelecimento do Poder do proletariado e das massas populares.
Para o imperialismo não há possibilidades de manter seu domínio sem guerras e as guerras precipitarão sua ruína.
Hoje, a superpotência hegemônica única, o USA, em busca de assegurar seu domínio mundial e conjurar sua bancarrota, necessita pôr de joelhos a Rússia, seu principal contendente, porque esta segue sendo superpotência atômica, apesar de toda sua debilidade econômica de país exportador de matérias-primas, principalmente petróleo. E tal pugna se dá principalmente pelo domínio do chamado Oriente Médio Ampliado, através da partilha de países (Iraque, Síria etc.) para colonizar e/ou deter esferas de influência no controle total das maiores fontes de petróleo e posicionamento militar geoestratégico da passagem Europa-Ásia.
O imperialismo é exploração
O capitalismo em sua fase parasitária e em decomposição, portanto agonizante, não tem mais nada a oferecer à humanidade. Desde o início de sua derradeira etapa, o imperialismo, o capitalismo entrou inevitável e inexoravelmente numa escalada reacionária e de violência em toda linha, manifestação da lei de seu desenvolvimento. O capitalismo desenvolveu-se em meio à crises cíclicas, em intervalos cada vez menores, e com a passagem à fase monopolista entrou na sua crise geral de decomposição, que hoje acha-se formidavelmente agravada. Momento este em que será varrido da face da Terra pela Revolução Proletária Mundial.
A luta entre o velho e o novo expressa-se como o fim da revolução burguesa mundial e início da Revolução Proletária Mundial
O imperialismo é a época em que o mundo ficou dividido entre um punhado de nações adiantadas opressoras e possuidoras de colônias e semicolônias, por um lado, e da imensa maioria de nações atrasadas oprimidas pelas primeiras (colônias e semicolônias), por outro. Como forma de sua expansão, manifestação da sua própria natureza e, através da exportação de capital e da política colonial, o imperialismo engendrou nessas colônias e semicolônias um tipo de capitalismo apoiado na semifeudalidade. Essa era a condição para enfrentar a competição entre as potências, pois teria mais facilidade para estabelecer uma plataforma de exploração através do domínio das fontes de matérias-primas, da exploração da força de trabalho e do mercado cativo para as mercadorias de suas corporações. As remessas de lucro passaram a ser a seiva com a qual o imperialismo se nutre ao custo do aumento da miséria nas populações dos países oprimidos.
Através da migração campo-cidade, pela expulsão de camponeses de suas terras pelo latifúndio, formaram-se megacidades como São Paulo e Cidade do México, onde ilhas de “prosperidade” com grandes aeroportos, belos edifícios, parques industriais, dominados por transnacionais e pela grande burguesia local (frações burocrática e compradora) convivem com as vilas operárias e um mar de miséria das favelas surgidas nos morros e bairros suburbanos, como residência do proletariado e do exército industrial de reserva.
Exploração e resistência
O engendro do capitalismo burocrático nas colônias e semicolônias teve que pagar o preço de ver surgir nelas um proletariado que, por ser parte de um capitalismo atrasado, é vítima da superexploração de sua força de trabalho, fonte do surgimento de um movimento de resistência ao capital, através da criação de sindicatos e movimentos grevistas.
Passo mais avançado foi dado após a Revolução Russa e a constituição da Internacional Comunista, dando início à Era da Revolução Proletária Mundial, com a criação de Partidos Comunistas que por se inserirem em colônias e semicolônias, foram chamados a liderar o campesinato para a realização da Revolução Democrática nas semicolônias e de Libertação Nacional nas colônias, ambas tendo como programa a Revolução Democrática, Agrária antifeudal e Anti-imperialista. São revoluções de Nova Democracia, pois estão sob a direção do proletariado e apoiadas na Frente Única Revolucionária, cuja base é a Aliança Operário-Camponesa e de sua passagem de modo ininterrupto à revolução socialista.
Três contradições
A época do capitalismo agonizante, do imperialismo, é a época da revolução proletária. Neste contexto, a luta entre o velho e o novo expressa-se como o fim da revolução burguesa mundial e início da Revolução Proletária Mundial. Para continuar existindo, a velha ordem necessita praticar as maiores barbaridades contra os povos e nações oprimidas para mantê-los subjugados em meio das pugnas e conluios pela partilha e repartilha do mundo entre superpotências e potências imperialistas.
O capitalismo em sua fase parasitária e em decomposição, portanto agonizante, não tem mais nada a oferecer à humanidade
Para afirmar-se como o novo, a revolução proletária tem que dar conta de resolver a principal contradição da época: nação versus imperialismo, como revolução democrática de novo tipo; e com revolução socialista resolver a contradição entre proletariado e burguesia. Deve, em meio a isso, brigar para conjurar a guerra mundial imperialista, surgida da contradição interimperialista pela partilha do mundo, por meio da guerra popular mundial; resolver em escala mundial a contradição fundamental do capitalismo, entre a produção social e sua apropriação privada, avançando para o luminoso Comunismo.
 A Teoria Militar do Proletariado
A ciência do marxismo em seu desenvolvimento possibilitou ao proletariado o ensinamento de como as massas, com organização e disciplina, poderão vencer as classes dominantes, mesmo que elas disponham de um poderoso exército em sua defesa.
Ao afirmar que a “violência é a parteira da História”, Marx inicia a formulação da Teoria Militar do Proletariado, que ganhará corpo com Engels ao abordar o papel da violência na história e ao destacar o papel do exército como coluna vertebral do Estado.
Foi com base nos ensinamentos de Marx e Engels que Lenin impulsionou a Teoria Militar do Proletariado, ao defender o armamento da classe operária nas fábricas e, em aliança com o campesinato armado, afiançar a aliança operário-camponesa para a tomada do poder político. Com a formação do Exército Vermelho de operários e camponeses foi possível derrotar o exército branco das classes dominantes de grandes burgueses e latifundiários, apoiados pelos imperialistas.
O Presidente Mao Tsetung, estudando a realidade da China à luz do marxismo-leninismo, deu valiosíssima contribuição ao colocar em evidência o caráter semifeudal e semicolonial da sociedade chinesa, na qual o imperialismo engendrara um capitalismo burocrático, como um capitalismo atrasado e apoiado na semifeudalidade. Em dura luta de duas linhas dentro do Partido Comunista da China, ele aponta o papel revolucionário do campesinato como força principal na Revolução Democrática, estabelece a concepção da guerra popular, desenvolvendo o caminho de cercar a cidade desde o campo, destacando a importância estratégica da guerra de guerrilha, portanto, sua aplicação do começo ao fim, da construção concêntrica do Partido, do Exército e da Frente Única, destacando o papel dirigente do Partido, sintetizando em: “O poder nasce do fuzil e o partido manda no fuzil”. Estas formulações deram conteúdo à formação da estratégia da Guerra Popular Prolongada, com “o imperialismo é um gigante com os pés de barro” e “ o “imperialismo e todos reacionários são tigres de papel”.
A vitória da contrarrevolução na União Soviética, em 1956, e na China, em 1976, com a restauração do capitalismo naqueles países, não fez cessar o processo revolucionário que desatou-se na América Latina, com uma nova onda revolucionária conduzida pelo Presidente Gonzalo, como chefatura do Partido Comunista do Peru, dando início à guerra popular naquele país. Sintetizando o maoísmo, elevou-o à terceira, nova e superior etapa do marxismo. O Presidente Gonzalo desenvolveu e legou importantes aportes à Teoria Militar do Proletariado como o Partido militarizado, luta de duas linhas na forja do partido e Guerra Popular até o Comunismo.


 

Friday, September 1, 2017

A NOVA DEMOCRACIA DO BRASIL: Peru: Greve dos professores derrota ‘governo’ e pelegos


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Arquivo do El Comercio


Greve Nacional avança atropelando direções oportunistas, Lima, 22/08
A massiva greve nacional por tempo indeterminado dos professores do Peru segue vigorosa, tomando as ruas e incorporando setores cada vez mais amplos da sociedade peruana em defesa da educação pública, de condições dignas de trabalho aos docentes e do direito à greve e à luta popular em geral.
Nas últimas semanas de agosto ganhou destaque a luta entre dezenas de bases regionais do Sindicato Único de Trabalhadores em Educação do Peru (Sutep) que desejam prosseguir na greve até a conquista de suas reivindicações. Eles batem-se contra o revisionismo e o oportunismo instalados na direção nacional do Sutep e outras bases regionais, que manobram para capitular e voltar ao trabalho derrotados.
O Comitê Executivo Nacional (CEN) do Sutep, controlado pelo oportunista Patria Roja há décadas, traiçoeiramente, como sempre, fechou acordo com o Ministério da Educação para o fim da greve, aceitando a oferta da gerência do velho Estado peruano de um reajuste miserável nos salários dos professores e a vaga promessa de “capacitação” antes das avaliações de desempenho. Algumas bases regionais, dirigidas por essa corrente e outras que seguem a linha oportunista de direita do Movadef (Movimento pela Anistia e Direitos Fundamentais — renegados da Guerra Popular e partidários das “cartas de paz”) acordaram a volta às aulas.
A gerência semicolonial de Pedro Pablo Kuczynski, através de sua ministra da educação Marilu Martens, governadores e o monopólio da imprensa, intensificam a campanha de demonização da greve. Eles visam jogar os pais de alunos contra os docentes, ao mesmo tempo que criminalizam o movimento, com aumento da repressão violenta aos protestos, os cortes de ponto e ameaças de demissão.
Até a vitória final
Por outro lado, em 20/08, uma assembleia nacional das bases regionais combativas do Sutep desautorizou as negociações do Ministério da Educação com a CEN-Patria Roja, e decidiu continuar a greve nacionalmente. Entre as deliberações, estão as seguintes:
“1 — Ratificar a necessidade de diálogo direto entre a ministra da educação e o Comitê Nacional de Luta das Bases do Sutep.
2 — Reafirmar a presença dos porta-vozes das bancadas do Congresso da república para garantir as tratativas diretas.
3 — Ratificar a plataforma de luta como único documento das ações de diálogo.
4 — Exigir das bancadas parlamentares que apresentem, agendem e aprovem projetos de lei para solucionar a plataforma de lutas.
5 — Rechaçar e desconhecer os acordos entre o Ministério da Educação e falsos dirigentes à margem de nossa representatividade.
6 — Rechaçar com indignação e denunciar as campanhas difamatórias do governo para satanizar os dirigentes e professores das bases regionais do Sutep.
7 — Continuar a Greve Nacional Indefinida nas bases regionais do Peru.
Nem um passo atrás, a greve continua!”.
Como reflexo dessa luta, a base regional do Sutep de Cusco, que havia anunciado a suspensão da greve, voltou a cruzar os braços alguns dias depois, sem dúvida pressionada pelo vigor e decisão das outras bases que rejeitam o acordo.

Professores radicalizam greve e bloqueiam estradas
Setores classistas se pronunciam
O Movimento Classista Popular (MCP), em pronunciamento de meados de agosto, informava sobre a greve dos professores em 21 regiões de selva, serra e litoral, com importantes jornadas de luta, como mobilizações, trabalhos de conscientização dos professores nas escolas, queima de pneus, tomadas de praças, aeroportos e estradas etc., agitando suas bandeiras de luta, sendo as mais contundentes as regiões Huancavelica, Junín, Cusco, Puno, Ayacucho, Madre de Dios, Ancash, Arequipa, Apurímac etc. Os professores de Lima, capital do Peru, atendem ao clamor das bases, impondo respeito a esta luta e desmascarando os traidores da CEN-Patria Roja e Movadef.
Gigantescas manifestações foram realizadas em Lima e Callao, reunindo os estudantes, seus pais e mães e frentes de defesa do povo e em defesa da educação.
Manifestações quase diárias ocorrem em Lima. Em 16/08, um protesto de professores foi duramente reprimido na Avenida Abancay, via de acesso ao parlamento peruano. No mesmo dia, de manhã, os professores bloquearam os acessos ao Ministério da Educação, impedindo a entrada dos funcionários, exigindo uma audiência com a ministra da educação, Marilu Martens. No dia seguinte, estudantes universitários tomaram a Plaza San Martin em apoio à luta dos professores e também entraram em confronto com as forças da repressão.


Desfile cívico frustrado
Ainda no dia 16/08, o tradicional desfile cívico no dia do aniversário da cidade de Huánuco (478 anos) foi cancelado. Pela manhã, os acessos à praça onde se realizaria o desfile foram fechados. Os professores em greve, que não tinham permissão para entrar no perímetro, protestaram impedindo que as delegações autorizadas acessassem o local e a repressão policial se abateu sobre o protesto.
O confronto acabou amedrontando o gerente Kuczynski, que cancelou seu comparecimento ao evento.
Lima solidária e grevista
No dia 17/08, uma multidão protestou em Lima em solidariedade aos professores e outras categorias em greve. A manifestação, convocada por organizações de defesa dos direitos do povo, reuniu professores, médicos, enfermeiras, funcionários públicos, estudantes, pais de alunos e outros setores que paralisaram os trabalhos.
Já no dia 22, outra grande manifestação na mesma região da cidade de Lima provocou, segundo o monopólio da imprensa peruana, “caos na cidade”.
Delegações de professores de muitas regiões do país estão em Lima, acompanhando as negociações entre o Ministério da Educação e o Sutep. Acomodadas em acampamentos e alojamentos, elas engrossam as manifestações cada vez maiores na capital.
Greve Geral
Uma paralisação geral de 48 horas em apoio à greve dos professores, médicos e enfermeiros, foi convocada para o dia 24/08 pela Confederação Geral dos Trabalhadores do Peru (CGTP). Dezenas de milhares de trabalhadores atenderam ao chamado da Confederação e realizaram manifestações em diversas cidades, sendo as maiores registradas em Arequipa, Cusco, Tumbes, Junín, Tacna, Puno, Loreto e Ancash, e também em Huancayo e Moquegua, onde houve confronto com a polícia e manifestantes foram presos.
Em Lima, uma multidão se reuniu nas imediações da Avenida Abancay, centro histórico da capital, visando marchar até o Congresso Nacional, mas foram impedidos de ocupar a avenida pela repressão. Houve grande enfrentamento e as forças populares sustentaram combate até o fim da tarde.Além dos professores, médicos e enfermeiros, em greve há mais de dois meses, tiveram participação destacada os operários da construção civil e funcionários públicos, além de diversos movimentos populares.

En la lucha por el triunfo de la HNI de las Bases Regionales del SUTEP: la fuerza sigue siendo la locomotora de las bases de Huancavelica, Ayacucho, Ancash, Junin, Pasco e incluso Lima y otras regiones




Saludos y con el corazón desbordante y pasión inextinguible luchando codo a codo con los maestros en Huelga Nacional Indefinida (HNI), quienes en dura brega enfrentan a la represión, las calumnias y los ataques de todo tipo de los representantes del viejo Estado y su ministerio de Educación junto con los revisionistas rastreros de patria rota y otros de diferente pelaje pero de la misma catadura. 

Los maestros en HNI luchan arduamente, incluso el feriado 30 de  agosto, se realizó las tomas de carreteras principales de acceso a la capital y a lugares del país donde la burguesía e imperialista desenvuelven su economía, la que ha sido socavada, pues se ha bloqueado la carretera central, la panamericana Sur y desde Puente Atocongo los maestros han marchado belicosamente hasta el centro de Lima, también han tomado la panamericana Norte hacia la Capital generando el caos vehicular y la desesperación del enemigo y empresas privadas que han tenido que escoltar desde el Sur para impedir la protesta; pero fue en vano y se consiguio el objetivo de mayor radicalización. Frenando así la actitud de algunos que plantean el desenlace y acabar con la HNI porque se esta "dialogando". Como hemos denunciado no hay tal voluntad de diálogo, los representantes del viejo Estado se sientan a la mesa para decir que dialogan, pero en realidad lo que buscan es imponer sus medidas antimagisteriales con sus "evaluaciones", que no son otra cosa que despidos masivos y arbitrarios. Por eso la lucha magisterial tiene que continuar radicalizandose hasta alcanzar los objetivos trazados y que están en el pliego de la HNI, cuyo principal punto es la derogación de las "evaluaciones".

 Otros, caen en el juego del movadef de "Huelga de Hambre" (HH). La HH  es capitulación y suicidarse en vez de luchar, con lo cual los revisionistas se montan con esa viejas y negras formas; antes, el día martes 29 se realizó la Asamblea Nacional de Delegados y se acordó proseguir con la medida de fuerza puesto que no se consigue lo principal de que se suspenda o deroge las evaluaciones de desempeño docente por ser punitivas y de despido masivos, que no se rechaza las concesiones con APP´s que es un paso a la privatización y la racionalización y desconoce la deuda social por preparación de clase y luto y sepelio,entre otras normas, que ataca y agrede al magisterio nacional, hoy que quieren aplicar los rubros que en Chile y México significa despido masivo y no es en función más bien de los maestro.

En la lucha, la fuerza sigue siendo la locomotora de las bases de Huancavelica, Ayacucho, Ancash, Junin, Pasco e incluso Lima y otras regiones, tanto que se arranco Congreso Nacional Extraordinario para el viernes 1 de Setiembre a las 4pm, los  alzan la HNI; los que capitulan en Lima, en el callao, en Puno y Ucayali son los pocos que siguen a los revisionistas varias veces mencionados .

 SALUDOS A TODOS Y Éxitos en su trabajo

PERÚ, 31 DE AGOSTO DE 2017 

LOS REPORTES PERÍODISTICOS DEL DIARIO REACCIONARIO EL COMERCIO:

 

Huelga de maestros: disturbios en plaza Bolognesi tras enfrentamiento en San Isidro

Docentes ocuparon varias cuadras de la Av. Arequipa. Intentan llegar a la plaza San Martín. Policía usa gas lacrimógeno para dispersar a manifestantes

 DIARIO EL COMERCIO

Los docentes que se encuentran en huelga retomaron las marchas este jueves en el Cercado de Lima y en San Isidro, en donde tomaron varias cuadras de la avenida Arequipa


Luego de ser dispersados, los profesores que se encontraban en la plaza Bolognesi se dirigieron hasta el parque Juana Alarco de Dammert, cercado del Centro Cívico. Allí se congregaron para mantenerse concentrados. Este jueves protagonizaron varios enfrentamientos con la Policía en la plaza San Martín, en San Isidro, la avenida Arequipa y en la plaza Bolognesi.

 https://twitter.com/_/status/903336195924660224



Profesores se mantienen en calles cercanas a la plaza Bolognesi, luego de haber sido dispersados por los agentes de la Policía con gas lacrimógeno.

 Por la mañana, lo profesores intentaron tomar la plaza San Martín que fue cerrada por varios agentes de la Policía Nacional. Dos profesores fueron detenidos durante el disturbio.

 Los docentes marcharon por la avenida Arequipa en dirección a la plaza San Martín, en Cercado de Lima. Se supo que otro grupo de maestros buscará llegar hasta el estadio Monumental en donde jugarán las selecciones de Perú y Bolivia.

Huelga de maestros: más del 70% de docentes no dictan clases en estas 9 regiones

Un 51.5% de estudiantes recibe el servicio educativo con normalidad hoy, mientras que el martes era un 48%, informó el Minedu


Más del 70% de docentes de 9 regiones del país todavía acatan la huelga nacional de docentes que empezó el 15 de junio de este año en la región Cusco. 
Así lo dio a conocer el Ministerio de Educación (Minedu). Se trata de las regiones de Apurímac y Puno (98%), Ayacucho (91%), Amazonas y Huancavelica (88%), Moquegua (86%), Junín (84%), Cajamarca y San Martín (78%).
El Minedu también informó que, hasta el día de hoy jueves 31, un 51.5% de estudiantes recibe el servicio educativo con normalidad, mientras que el día martes el porcentaje era 48%.
Al día de hoy, se estima que a nivel nacional 41.1% (a comparación del 38.6% del 29/08/17) de las IIEE brindan servicio educativo, dio a conocer la institución. 
Finalmente, informó que las regiones con mayores porcentajes de operatividad son Cusco (100%), Tacna (100%), Piura (97%), Arequipa (84%), Lima Metropolitana (82%), Lambayeque (70%), Callao (70%), La Libertad (69%) y Ucayali (52%).


Huelga de maestros: docentes de Huancavelica bloquean la Carretera Central

Autos y buses se encuentran varados en la salida de Junín hacia la zona sur. Al lugar estarían llegando maestros de Huancayo para sumarse a la medida de protesta

 Salida de Junín se encuentra bloqueada con palos y piedras. Buses y autos están detenidos en las vías sin poder continuar con su recorrido. (Foto: cortesía)

 

Desde las 4 de la mañana de hoy, al menos 1,200 maestros de Huancavelica que acatan la huelga bloquearon la Carretera Central, en la salida de Junín, hacia la zona sur.
Los docentes en huelga han cerrado la ruta Huancayo -Huancavelica-Ayacucho, a la altura del centro poblado de Imperial, distrito de Ñahuimpuquio, provincia de Tayacaja (Huancavelica).
La vía bloqueada por los docentes se encuentra resguardada por agentes de la policía, quienes llegaron desde Huancayo. Asimismo, se registraron algunos enfrentamientos entre maestros y pasajeros que se encuentran varados.