Friday, July 10, 2020

GALIZA: Imágenes campaña de Boicot electoral-Galiza Vermelha





Publicado por dazibao rojo en 10:54 p. m.

HAMBURGO: MURAL EN HOMENAJE AL CAMARADA XOSÉ PORTELA


ESTUDIOS AGRARIOS BRASIL: Devastação da Amazônia aumenta durante Operação ‘Verde Brasil 2’

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Devastação da Amazônia aumenta durante Operação ‘Verde Brasil 2’

TAÍS SOUZA
 02 JULHO 2020

Durante a Operação “Verde Brasil 2”, que foi lançada para “prevenir incêndios” na Amazônia, o número de queimadas e de desmatamento aumentou em 19,5% no mês de junho de 2020, em comparação com o mesmo período de 2019. Além disso, fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) denunciam atuação negligente dos militares. A operação, segundo denuncia o movimento camponês, é na verdade uma operação de guerra contra a luta pela terra disfarçada com máscara de “combate à devastação”..

Os agentes do Ibama, em entrevista ao portal de notícias UOL, descrevem as ações dos militares como “ineficientes”, “mal-intencionadas” e afirmam que estas vêm atrapalhando a fiscalização que ocorria anteriormente, contrariando o que pronunciaram os militares.

Relatam que desde a chegada dos militares, as ações de fiscalização planejadas pelo órgão têm sido suprimidas, como ocorreu logo no início de maio quando uma operação para apreensão de maquinário de madeireiras em terra indígena foi suspensa e redirecionada a outra área onde nada foi encontrado.

Outra ação surpresa de apreensão de material e destruição de maquinário de madeireira foi convertida em barreira na saída da cidade para confisco de madeira. Os agentes alegam que "apreender madeira já cortada não trará resultado algum. É preciso impossibilitar a atividade do madeireiro”.

Denunciam também que os helicópteros de grande porte e a maneira que os militares os utilizam possibilitam retirada antecipada das madeireiras. “Os militares sobrevoam alto e não descem. Eles só chamam a atenção dos madeireiros, que retiram seus maquinários e somem", afirmam os agentes.

COM PRESENÇA DE MILITARES QUEIMADAS E DESMATAMENTO AUMENTAM

No dia 9 de junho, durante o anúncio do balanço das ações da  Garantia da Lei e da Ordem (GLO), o ultrarreacionário vice-presidente e general, Hamilton Mourão, afirmou que houve resultados positivos e que a taxa de desmatamento caiu em maio.

Porém, a verdade é que desde o início da Operação, foi constatado o maior aumento de desmatamento desde que iniciou-se as medições. Apenas em maio, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inep) foram 829,9 km² devastados. No mês de junho, 609,89 km² de mata foram derrubados, entretanto o número parou de ser atualizado no dia 18.

O balanço mensal também indica aumento de queimadas no mês de junho de 19,5% em relação ao mesmo período em 2019, o maior número desde 2007. O período de pico das queimadas foi antecipado com relação aos anos anteriores, que ocorrem entre julho e outubro.

Apesar da ineficiência em seu suposto propósito (combate aos crimes ambientais) a GLO foi prorrogada por mais 30 dias e segue até 10 de julho de 2020 e segundo o ultrarreacionário general Mourão as “ações prioritárias para enfrentamento de ações ilegais” estão previstas até 2022. A soma do gasto com a operação, caso permaneça até a data indicada, poderá totalizar 1,74 bilhões de reais.

AVANÇO DA MILITARIZAÇÃO DA AMAZÔNIA E A PERSEGUIÇÃO CONTRA OS CAMPONESES

A militarização da Amazônia prossegue, segundo o movimento camponês, não para prevenir queimadas, mas sim com o objetivo de intensificar a guerra contra o povo, particularmente os camponeses pobres, pequenos e médios proprietários, em favor do latifúndio. A justificativa de evitar queimadas é, segundo os camponeses, apenas fachada para não gerar solidariedade à luta dos camponeses.

No dia 19 de maio, logo no início da nova GLO, nos arredores de Jacinópolis, distrito de Nova Mamoré em Rondônia, terras foram invadidas pelas forças militares da região que prenderam uma família (um homem, mulher e uma criança) e apreenderam motos dos moradores.

Como respostas a essas ações os moradores da região se mobilizaram: uma estrada foi bloqueada em diferentes pontos utilizando árvores e houve destruição de pontes. Isso obrigou os policiais se refugiarem e passarem a noite na mata. No dia seguinte, após envio de reforços policiais, dezenas de moradores a pé e em motos fizeram novo bloqueio. A polícia usou spray de pimenta, bombas e fez disparos. Os moradores reagiram com pedras. Depois de muitas tentativas fracassadas os policiais fugiram sendo perseguidos pelos moradores revoltados. Tropas do Exército reacionário continuam acampadas na região.

Antes, em abril, dois acampamentos localizados na área da fazenda Jatobá, no município de Machadinho D’Oeste, em Rondônia, já haviam sido invadidos por soldados do Exército reacionário e agentes da Polícia Militar (PM), Polícia Civil (PC) e Força Tática. Na ação duas camponeses foram presas.

Em novembro de 2019, o AND repercutiu a denúncia emitida pela Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres (LCP) na qual declarava que o Exército reacionário invadiu e cercou áreas camponesas em Rondônia. “Os camponeses da área relataram que durante uma semana os militares das Forças Armadas reacionárias cometeram todo tipo de intimidação, ameaça, abuso e humilhações”, relataram. Na época, estava em vigor a Operação “Verde Brasil 1”.

QUEM SE BENEFICIA COM O DESCASO DOS MILITARES COM AS QUEIMADAS

Um estudo realizado em maio de 2020 pela Chain Reaction Research (CRR), apontou que os fatores determinantes e atores envolvidos nos incêndios ocorridos em 2019 iniciados com o “Dia do fogo” foram corporações monopolistas ligada ao latifúndio e ao imperialismo.

A pesquisa cruzou imagens dos incêndios, feitas por satélites da Nasa, com a localização dos maiores frigoríficos da região, como JBS e Marfrig, e grandes silos de soja, controlados por empresas como a  Bunge e Cargill.

De acordo com o estudo, foram detectados 417 mil focos de fogo nas zonas potenciais de compra¹ da JBS e da Marfrig de julho a outubro do ano passado, um número que representa 42% de todos os incêndios ocorridos no Brasil no período.

As queimadas ocorridas entorno da Bunge e da Cargill somam cerca de 39,9 mil, contados a partir de um raio de 25 km dos silos destas empresas.

Os incêndios são provocados geralmente para realizar uma “limpeza” e ampliar áreas de pasto ou para o cultivo, formando novas áreas conhecidas como “áreas agrícolas”. Embora as queimadas sejam realizadas também por pequenos agricultores como método mais acessível para o preparo de solo na ausência de formas acessíveis, a atividade pecuária bovina do monopólio, seguido pelo cultivo da soja, é a atividade que de fato provoca devastação na Amazônia por sua extensão.

As zonas potenciais de compra dos matadouros foram estabelecidas pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) em 2017 e a distância máxima que os frigoríficos percorrem para comprar os animais para abate. Os frigoríficos maiores o fazem a uma distância máxima de 360 km a partir de suas instalações. Os menores, compram gado a uma distância máxima de 153 km.






Imagem ilustrativa. Foto: Banco de dados AND

GO: Camponeses tomam latifúndio em Lagoa Santa

No dia 28 de junho, camponeses do município de Lagoa Santa, Goiás, anunciaram a reocupação do latifúndio conhecido como “Fazenda Santa Maria”. Cansados de esperar pelo velho Estado eles tomaram a terra que há muito tempo está abandonada. 

Fonte. AND

Duas homenagens a Seu Ramiro

Seu Ramiro é um camponês simpático do agreste pernambucano. Quando conhece gente nova, gosta sempre de contar emocionado a mesma história: da paixão que seu coração menino tinha pela bandeira vermelha da Liga Camponesa de Francisco Julião, da qual seu pai fazia parte.

Fonte. AND

PR: Paramilitares destroem lavouras de camponeses a mando do latifúndio
No dia 3 de julho, o latifundiário Víctor Vicari Rezende invadiu, juntamente com 14 paramilitares, o acampamento Valdair Roque, localizado na cidade de Quinta do Sol, no Paraná. Eles destruíram lavouras de camponeses que estavam em fase de colheita. 

Fonte. AND

Unir: Estudantes indígenas denunciam política de exclusão com aulas remotas

No último dia 03 de julho o Centro Acadêmico Indígena Intercultural – CAII/UNIR/Campus de Ji-Paraná e Estudantes indígenas e quilombolas dos campi da Universidade Federal de Rondônia (UNIR) divulgaram uma nota de repúdio às aulas remotas da Unir. 

Fonte. AND

O teatro de Martim Afonso e a venda da aldeia Indígena

Todos os anos, em 22 de janeiro, a Prefeitura de São Vicente, no litoral paulista, realiza “O Maior Espetáculo de Areia de Praia do Mundo...", isto é, uma peça de teatro ao ar livre reproduzindo a fundação da Vila de S. Vicente como primeira cidade do Brasil, em 1532, pelo português Martim Afonso de Sousa. 


Fonte. AND

II ASAMBLEA GENERAL DEL FRENTE DE DEFENSA DE LA REGIÓN HUANCAVELICA: HACIA EL FORTALECIMIENTO Y UNIFICACIÓN DE LOS GREMIOS POPULAREES Y ESTUDIANTIOLES!

Hacia la unificación de los gremios populares y universitarios. La juventud Huancavelicana estará presente.
Unidos contra la corrupción y por el desarrollo de Huancavelica.



Negligencia en Huancavelica, por cuarentena descuidan cloracion de agua potable, esto afectaría la salud de niños, e incrementaría anemia y parasitosis.
Emapa cobra mucho por mal servicio.



Huancavelica en pie de lucha, rechaza el cobro excesivo de energía eléctrica.



El campesinado masa mayoritaria de nuestro país y la región

Thursday, July 9, 2020

EL COMUNERO COLOMBIA: Acción de solidaridad con los 3 detenidos en Austin-EEUU


1 JULIO, 2020EL COMUNERO
Acción de solidaridad con los 3 detenidos en Austin-EEUU
En el marco de una manifestación en defensa de los derechos del pueblo realizada el día 30 de junio en la ciudad de Medellín (Colombia), la juventud combativa realizó un acto de solidaridad internacional con 3 manifestantes de Austin, Estados Unidos, que han sido detenidos por la policía-FBI tras participar en una protesta contra la cadena de almacenes Target.

Portada

Recordemos que tras el asesinato de George Floyd a manos de la policía, una tormenta de lucha de masas recorrió Estados Unidos. Cientos de ciudades vieron explotar grandes manifestaciones y combativas batallas del pueblo estadounidense contra las fuerzas represivas del estado yanqui. Hasta el mismo ultra reaccionario Trump tuvo que huir a esconderse por unas horas en su bunker-guarida cuando manifestantes rodearon la Casa Blanca.

Por su dimensión nacional y por su carácter combativo y popular, esta ha sido la más importante rebelión de las masas en lo que va corrido del siglo XXI en los Estados Unidos. Rebelión que hace parte de la ola de levantamientos populares que en la última década se ha desatado por decenas de países, expresión de la profundización de la crisis del imperialismo y del desarrollo de la situación revolucionaria en el mundo.

Para intentar contener esta gran rebelión en su propia casa, el estado yanqui ha lanzado contra el pueblo sus fuerzas policiales, una parte del ejército y el Servicio Secreto. Más de 10 mil personas han sido arrestadas y brutalmente golpeadas. En especial el Estado yanqui busca detener y judicializar a aquellos hijos del pueblo con mayor conciencia política, que impulsan a las masas a la lucha por sus derechos y trabajan por educarlas y organizarlas en el camino de su liberación.

Este último es el caso de los 3 activistas detenidos en la ciudad de Austin por participar de una protesta para exigir que el supermercado Target cesara de financiar la vigilancia policial anti-negra en Minneapolis y en todo Estados Unidos. El estado está acusando a estos compañeros, sin pruebas, de “participar en un motín” y de “robo a un edificio” y las declaraciones juradas de la policía afirman, igualmente sin pruebas, que hubo “miembros de Antifa” arrestados. Todo esto pretende criminalizar la protesta popular, acusar de terrorismo a quienes osan tomar las calles para combatir el racismo, la explotación y para exigir los derechos del pueblo.

El portal revolucionario de noticias “Tribuna del pueblo” (Tribune of the People) ha denunciado el caso y ha hecho un llamamiento a Defender los 3 detenidos de Austin (Defend Austin’s Targeted three). La juventud combativa en Colombia ha hecho eco de este llamamiento.

A continuación presentamos el registro audiovisual que El Comunero logró realizar de la actividad de solidaridad:

Además de dicha actividad, la juventud realizó un homenaje a varios compañeros que han sido asesinados por el Estado y expresó su repudio a las fuerzas policiales, militares y paramilitares que cumplen el papel de defender los intereses de los grandes burgueses y terratenientes y son enviados por estos a reprimir y asesinar a la gente trabajadora, especialmente a los que, ante tanta opresión, no ponen la otra mejilla, sino que levantan su voz y sus puños para reclamar sus derechos.

Luego se realizó una marcha por la ciudad entonando consignas de lucha, realizando pegas de carteles en bancos y edificaciones del Estado y entregando volantes al pueblo trabajador en las calles, denunciando que el gobierno justifica la crisis social en el coronavirus pero todo su actuar muestra que la está aprovechando para beneficiar al gran capital especialmente financiero, mientras los pequeños comerciantes, obreros, campesinos y venteros ambulantes viven la peor crisis de los últimos tiempos.

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Publicado por El Comunero
El Comunero es una iniciativa de prensa popular e independiente en Colombia, que busca informar el avance del movimiento revolucionario en nuestro país y la lucha combativa del pueblo contra sus enemigo y por la conquista de sus derechos fundamentales. Ver todas las entradas de El Comunero

A NOVA DEMOCRACIA BRASIL: EDITORIAL.- LAS MARIONETAS DE SIEMPRE LOS AMOS DE SIEMPRE

REDACCIÓN DE AND
 07 DE JULIO DE 2020

El 26 de junio de 1964, el embajador brasileño en Washington, Juraci Magalhães, hizo la famosa declaración, según la cual "lo que es bueno para Estados Unidos es bueno para Brasil". Incluso en el ambiente plagado del régimen militar, su declaración tuvo un impacto muy negativo en lo que quedaba de la prensa popular y democrática. Después de todo, ¿no fue un golpe para el "patriotismo" y la defensa del "honor nacional"?

Cinco décadas y media después, la historia se repite como una farsa de la tragedia secular de nuestro pueblo. El material publicado en el portal "A Pública", con nombres e indicaciones irrefutables, prueba la intervención del FBI en asuntos de política interna brasileña. Varios agentes, varios de los cuales tenían nombre en código, actuando de manera clandestina en el país, dirigieron pari passu la desafortunada "Operación Lava Jato", dirigida por una mujer llamada Leslie R. Backschies. Antes, ya habían actuado en la represión de las protestas en la Copa del Mundo de 2014.

Confirma plenamente lo que fue denunciado por AND, en la Editorial La inevitable agitación social y la necesidad de revolución, en el número 185 (marzo de 2017), en el que la denuncia segura de la fuerte interferencia yanqui vio a muchos "teoría de la conspiración". Allí, afirmamos: "Ella [la" Lava Jato "] obedeció al 'Gran Plan' de establecimiento e intereses de los EE. UU., preocupado por el grado de desmoralización en el país que había alcanzado la política oficial y las instituciones del 'Estado Democrático de Derecho', tan alabado como "democracia" y el sistema de gobierno ideal. Detrás hay manos mucho más poderosas de lo que piensan. Digamos que toda la planificación de las investigaciones, su estructura y método, fue preparada por el FBI, habiendo seleccionado sectores de la Policía Federal operará bajo la centralización del comando militar de las Fuerzas Armadas como una operación de facto. Como fachada legal, se preparó un equipo de fiscales "imbuidos" de la causa de la moralización de la vida política y pública del país. Tal plan y, principalmente, ¿cómo podría llegar a donde ha estado? La historia política del país conoce innumerables intentos similares diseñados en este objetivo y que fueron aplastados incluso antes de dar su primer pasos ".

La misma potencia extranjera que articuló el golpe fascista elige y derroca a los gobiernos en el régimen "democrático". Ciertos círculos militares, extremos en la defensa del bolsonarismo, que acusan a la "mano invisible" de China incluso en asuntos secundarios (a menudo, a través de las conexiones lógicas más extravagantes), permanecen en silencio ante las manos y armas explícitas de la policía estadounidense, atrapado en el acto, para intervenir en la política interna de este pobre Brasil semicolonial. Para completar la imagen desconcertante, para ellos, por supuesto, no solo estos hechos revelados no merecían ningún repudio o solicitud de aclaración pública, sino que contaban con el silencio cómplice de los monopolios de la prensa, ya que en la misma semana que emergen, Bolsonaro lo hará, acompañado por el general Ministro de Defensa, celebrando la fecha nacional de este país en la embajada de los Estados Unidos. Es un escándalo.

Esto prueba que, contrario a lo que sus ideólogos reivindicaron, el "Ejército de Caxias" no sirve a Brasil, sino al imperialismo. En los días de su sangriento patrón, al preimperialismo inglés; de 1945 en adelante, al imperialismo yanqui. El golpe del 64, de hecho, se dio para interrumpir un proceso continuo de expansión de la movilización popular y las reformas democráticas, que amenazaban la sujeción absoluta al señor del Norte; ahora, es como una ofensiva contrarrevolucionaria preventiva contra el inevitable levantamiento popular, dada la gravedad de la crisis general que el país ha sido liderado por este sistema semicolonial de explotación y opresión y contra cualquier posibilidad de independencia nacional que amenazan con tal "ruptura". Básicamente, su proyecto nacional, incluso para el Amazonas, es que Brasil sigue siendo, para siempre, un gran dispositivo. O un gran pasto.

Entreguistas! Vende patrias! Como solía decir el gran Nelson Werneck Sodré, estos generales de color verde oliva no son más que títeres de otros generales, estos con verdadero poder de mando, a saber, General Electric, General Motors, etc. Villas-Boas, Mourões, Helenos, Azevedos, Ramos, Bragas Pazzuelos, son tan valientes en amenazar a "su propio" pueblo como son dóciles en acariciar al amo. La entrega con besada de mano de la Base Alcântara está allí, como testimonio irrefutable de estos tiempos. Después de todo, aquellos que desprecian el elemento central de cualquier nación, es decir, su pueblo, no pueden ser patriotas. Además, los valientes aún completan sus privilegios de casta con los salarios y beneficios del primer escalón federal, al que se han criado más de 2.900 soldados. Si hubo algún emprendimiento importante en nuestro tiempo, fue este. Además, en medio de una pandemia (uno de los episodios más oscuros de nuestra historia), la Fiscalía del Tribunal Federal de Auditoría (TCU) ve signos de sobreprecio en la producción de cloroquina por parte del Laboratorio del Ejército. Sustancia que tendrá basura como único destino, ya que es inofensiva en el tratamiento del coronavirus.

Sin embargo, estos caballeros se equivocan si piensan que esta situación durará para siempre. Las crisis sanitarias, económicas y políticas producirán saltos en la movilización popular a corto plazo y conducirán no solo a Bolsonaro, sino a todo el gabinete de generales, que es el gobierno militar de facto. Es su culpa, sobre todo lo demás, los más de 100,000 muertos por Covid-19 y los millones de hambrientos y desempleados. Para estos crímenes, que exceden los perpetrados entre 1964-1985, no habrá una segunda amnistía.

Soldados brasileños y yanquis sellan acuerdo que permite una mayor intervención de Estados Unidos en América Latina, 2017

CORRIENTE DEL PUEBLO SOL ROJO DE OAXACA: ¡Verdad y justicia para Ayotzinapa!

¡Por una línea clasista, democrática y revolucionaria al servicio de los trabajadores y los pueblos!

miércoles, 8 de julio de 2020

¡Verdad y justicia para Ayotzinapa!


El hallazgo de restos óseos y la identificación genética realizada por la Universidad de Innsbruck, además del cotejo elaborado por el Equipo Argentino de Antropología Forense (EAAF), han permitido confirmar la identidad de Christian Alfonso Rodríguez Telumbre, uno de los 43 estudiantes normalistas de Ayotzinapa desaparecidos durante la llamada noche de Iguala, el 26 de septiembre de 2014.

La identificación echa abajo la llamada “verdad histórica” que el gobierno del fascista Enrique Peña Nieto construyó a base de montajes, donde se criminalizaba a los estudiantes normalistas y se rebajaban los hechos a un ataque del crimen organizado, por la participación del grupo delincuencial “guerreros unidos”.

Este nuevo hallazgo y su confirmación científica, avalada por las familias de los jóvenes estudiantes, permite demostrar que la desaparición de los 43 normalistas fue un crimen de estado, pues contó con la participación y colaboración activa de diversos servidores públicos y fuerzas de seguridad del estado, como son policía federal, agencia de investigación criminal, ejército mexicano, además de policías estatales y municipales.

Sumándose a la exigencia de verdad y justicia para las familias de los normalistas y la comunidad escolar de la Normal Rural “Raúl Isidro Burgos” de Ayotzinapa, la Coordinación para la Liberación de Personas Defensoras Criminalizadas en Oaxaca se pronuncia por el esclarecimiento de los hechos y el castigo a los culpables.

¡Porque vivos se los llevaron, vivos los queremos!
¡Ayotzinapa fue el estado!

Publicadas por SolRojista a la/s 10:23