Saturday, July 24, 2021

COLOMBIA. VIDEO DÍA DE LA MOVILIZACIÓN COMBATIVA

 


Declaração internacional conjunta: Celebrar combativamente o Dia da Heroicidade! (Revista Internacional Comunista, junho de 2021)

 

Tradução não-oficial.

Proletários de todos os países, uni-vos!

Declaração internacional conjunta: Celebrar combativamente o Dia da Heroicidade!

Nós, os Partidos e Organizações Maoistas, subscrevendo à presente declaração no 35⁰ Aniversário do Dia da Heroicidade, estabelecido como o Dia Internacional dos Prisioneiros Políticos Revolucionários e Prisioneiros de Guerra, saudamos a ideologia invicta do proletariado internacional, o Marxismo-Leninismo-Maoismo, principalmente Maoismo, sob cujas bandeiras invictas estamos avançando na realização da reunificação do Movimento Comunista Internacional, em uma luta dura e prolongada, realizando a reconstituição dos Partidos Comunistas para iniciar e desenvolver a Guerra Popular nos diferentes países, marchando em direção à Conferência Internacional Maoista Unificada e à Nova Organização Internacional do Proletariado.

Em 19 de junho, comunistas e revolucionários de todo o mundo comemoram esta data, comemorando a rebelião dos prisioneiros de guerra do Partido Comunista do Peru, há 35 anos. Aqueles que se rebelaram em defesa da revolução e de suas vidas contra os planos da reação para aniquilá-los e dar um golpe certo na guerra do povo. O monstruoso e infame genocídio por mandato governamental do fascista García Pérez se chocou contra a resistência inflexível e feroz dos camaradas, combatentes e filhos das massas que levantaram a ideologia, a coragem e o heroísmo corajosamente implantados em um ardente desafio de guerra, moldando a monumental trilogia das luminosas trincheiras de combate de Frontón, Lurigancho e Callao, marco histórico que proclamará cada vez mais a grandeza do Dia da Heroicidade, conquistando uma grande vitória política, militar e moral para o Partido Comunista do Peru, para a classe, para o povo peruano e para os povos do mundo, marco histórico que celebramos em todo o mundo. Assim, os heróis continuam vencendo batalhas e servindo à revolução. O proletariado e os povos do mundo lhes guardam sempre um grande respeito e obrigação: continuar a tarefa na qual estavam engajados.

Nesta ocasião solene, saudamos as Guerras Populares atuais, que contra todas as probabilidades continuam sua marcha invencível, como as Guerras Populares no Peru, Índia, Turquia e Filipinas, que mostram o caminho a ser seguido pelas guerras populares que estão para nascer, servindo à revolução mundial e persistindo em desfraldar, defender e aplicar o Marxismo-Leninismo-Maoismo, principalmente o Maoismo; guerras populares que são o farol brilhante para as atuais lutas armadas de libertação e outras travadas pelo proletariado internacional e pelos povos do mundo para varrer o imperialismo e a reação da face da Terra.

Esta ocasião é propícia para denunciar que, diante da resistência inflexível e feroz do Presidente Gonzalo, em defesa da Chefatura do Partido e da revolução, o atual governo fascista, genocida e vende-pátria do velho Estado peruano, encabeçado por Sagasti, como seus predecessores – contando com o serviço dos ratos da linha oportunista de direita, revisionista e capitulacionista (LOD), sob a direção da CIA ianque – continua a aplicar o plano de aniquilar o Presidente Gonzalo, mantendo seu isolamento absoluto e perpétuo há quase 29 anos. As autoridades do velho Estado, desde o Executivo até seu sistema judicial e prisional, agem com ódio cego e fúria homicida perversa contra o prisioneiro político revolucionário mais importante do mundo, mantendo-o em isolamento, com contato apenas com seus carcereiros em vários níveis e informações do mundo exterior distorcidas e manipuladas pela CIA ianque, reação peruana e ratos da LOD. Defender o Presidente Gonzalo e o Pensamento Gonzalo, Chefatura do Partido Comunista do Peru e da Revolução Peruana!

Na Turquia, as prisões são o lugar onde as classes dominantes mostram sua verdadeira face. As prisões na Turquia são administradas pelas classes dominantes ao marco desta lógica e as práticas são diretamente proporcionais à própria natureza do regime. A história das prisões turcas está repleta de massacres fascistas contra comunistas e revolucionários, e a vontade inquebrantável de resistência e anti-capitulação dos comunistas e revolucionários está indelevelmente escrita diante deles. Como resultado do ataque do Estado, centenas de prisioneiros revolucionários foram mortos pela tortura ou pelo pelotão de fuzilamento. Primeiro de tudo durante a época da junta militar, quando as prisões foram transformadas em centros de tortura, e esta situação não mudou realmente nos tempos do fascismo sob a máscara do parlamentarismo. Centenas de comunistas e revolucionários presos vivem há anos em condições de isolamento celular e isolamento agudo e seus direitos fundamentais estão permanentemente sob ataque. Se olhássemos apenas para as prisões na Turquia, veríamos a verdadeira natureza do regime governante em toda a sua nudez. Ao mesmo tempo, as ações e a hostilidade conjunta da burguesia de todo o mundo são concretizadas ali. O ataque de 19 de dezembro de 2000, o mais recente massacre nas prisões turcas, é um exemplo concreto disso. Este massacre foi planejado como uma operação conjunta da OTAN e a preparação da operação foi conduzida com as contribuições de um general espanhol. A principal base para esta operação conjunta pode ser vista na declaração pública do primeiro-ministro turco, que apontou que os comunistas e revolucionários poderiam ser mantidos na prisão, com base em sua conexão pública e sua contribuição direta à luta de classes, como o obstáculo direto à política seguida pelo FMI. A operação conjunta do Estado alemão em cooperação com a Grécia, França e Suíça contra o TKP/ML em 2015 também estava no conceito da hostilidade comum da burguesia contra os comunistas e revolucionários. Embora as prisões e cárceres sejam uma busca das classes dominantes para impedir a vanguarda da luta de classes, elas também servem como uma ameaça para as massas.

Na Índia, mais de 10.000 supostos maoistas estão em cárcere, aos quais devem ser acrescentados muitos milhares de prisioneiros de movimentos de libertação nacional (Caxemira, Manipur, etc.) e outros movimentos democráticos, entre eles personalidades bem conhecidas como Varavara Rao, G.N. Saibaba, que também foi libertado, junto de Ajith e Hany Babu Musaliyarveettil Tharayil. Com 70% de prisioneiros não condenados, a Índia tem a maior proporção de prisioneiros não condenados do mundo. Os prisioneiros permanecem por longos anos e até mesmo dezenas de anos atrás das grades, sem que o velho estado indiano pronuncie uma condenação final contra eles. A “Operação Caçada Verde”, uma guerra contra o povo, não é apenas uma campanha de aniquilação, que aterroriza especialmente os camponeses pobres com “falsas trocas de tiros”, mas também enche as prisões. Há grandes movimentos internacionais contra isso, que forçaram a Anistia Internacional a tomar medidas. Mas os presos políticos que são libertados sob fiança após algum tempo, com base na grande solidariedade, logo são novamente presos. Para isso, o velho estado faz uso da “Lei de Prevenção de Atividades Ilícitas” (LEPAI).

Segundo informações do Partido Comunista das Filipinas (PCF), até o final de 2020, haviam mais de 650 presos políticos nas Filipinas. A maioria dos presos políticos sob o regime de Duterte, ou seja, mais de 200 prisioneiros, são camponeses que são acusados de serem membros do Novo Exército do Povo. Entre estes camponeses está Amanda Echanis, que foi detida com seu filho Randall Emmanuel, de um mês de idade. Além disso, o regime de Duterte é notório por sua prática de execuções extrajudiciais com o argumento de que são “traficantes de drogas”. Sua “guerra contra as drogas” é bem conhecida e é sempre dirigida contra as massas amplas e profundas.

Por mais de 70 anos, o povo da Palestina vem resistindo à política sionista de genocídio com grande sacrifício e heroísmo. O número total de prisioneiros políticos palestinos detidos por Israel é de cerca de 4400. Entre eles 430 detentos administrativos, homens e mulheres sem acusação ou prova. Há 160 crianças aprisionadas pelo Estado sionista de Israel. E mais de 30 prisioneiros estão presos há mais de 25 anos. Durante os recentes ataques das forças armadas sionistas contra o povo palestino na Faixa de Gaza, cerca de 1.400 palestinos que ofereceram resistência incansável foram presos.

Mas não é apenas este Estado sionista que reprime com sangue e fogo a justa luta do povo palestino, mas também os Estados imperialistas, como a França, que mantém Georges Ibrahim Abdallah prisioneiro por mais de 36 anos e lhe nega os direitos mais elementares, reconhecidos até mesmo pelas próprias leis do Estado francês e pelos tratados internacionais sobre o tratamento dos prisioneiros, etc. Mas, também é necessário dizer claramente que a repressão contra os prisioneiros revolucionários nos países europeus não é muito diferente da dos países mencionados. Um caso muito conhecido é a repressão do imperialismo britânico contra os prisioneiros republicanos irlandeses, casos paradigmáticos são Bobby Sands, Patsy O’Hara e Francis Hughes.

As lutas dos camponeses pela terra no Brasil são violentamente reprimidas pelo estado burocrático-latifundiário, como consequência da repressão do governo militar de fato chefiado pelo fascista Bolsonaro, muitos dirigentes e ativistas camponeses da Liga dos Camponeses Pobres (LCP) foram tornados prisioneiros, dos quais os companheiros Ezequiel, Luis Carlos, Estefane e Ricardo permanecem na prisão.

Na Colômbia, como consequência da repressão feroz da revolta popular pelo governo de Ivan Duque, que tem o apoio do governo imperialista ianque de Biden, além de ter perpetrado massacres atrozes contra a população com dezenas de mortos e centenas de feridos, muitos dos quais perderam um dos olhos devido à violência da polícia, da repressão militar e civil armada (forças auxiliares), prendeu e aprisionou milhares de participantes nas manifestações. Pelo menos 70 crianças do povo colombiano foram mortas pela polícia ou por civis armados, cerca de 800 feridos, lesões oculares, 21 casos registrados de violência sexual contra mulheres do povo, e a militarização de algumas cidades do país.

A guerra popular mostra ao proletariado e aos povos do mundo a única e verdadeira solução revolucionária para a atual crise mundial, as amplas e profundas massas que se mobilizam, mostrando uma grande atividade e uma explosividade acumulada por décadas de crescente exploração do mundo pelo imperialismo e seu genocídio da pandemia; ela já está explodindo e será maior e mais poderosa, como disse o presidente reacionário genocida da Colômbia, Iván Duque: “A explosão pós-pandemia chegará a todo o mundo. Hoje nos tocou, mas vamos vê-la em outros lugares nos próximos anos”. As palavras da reação são um reconhecimento por parte daqueles que não precisam de provas de seus medos, suas preocupações, a perspectiva nefasta que preveem, os sonhos de sangue que conspiram são a melhor prova da nova era de revoluções que começamos a transitar.

As explosões das massas são como os arautos da nova era de revoluções que se abriu. Porque são as massas que fizeram, estão fazendo e farão as grandes transformações, é dessas gloriosas mãos que sempre surgirá o novo para guiar a humanidade. Porque com suas mãos armadas eles conquistam e defendem o Novo Poder, o Poder, a tarefa central da revolução. As massas gritam, e exigem de nós, comunistas, que as lideremos no caminho da guerra popular para fazer a revolução democrática, a revolução socialista e no futuro as revoluções culturais, para enfrentar as guerras imperialistas de agressão, para enfrentar a guerra imperialista, para enfrentar a guerra mundial imperialista, se ela ocorrer, enfrentando e aplastando o revisionismo como o perigo principal.

A reação mundial está consciente do perigo que espreita, vê como é grave para elas que as massas se puseram em movimento com tal explosividade e que é o glorioso proletariado liderado por seu Partido Comunista que marcha para atender a esse movimento espontâneo das massas para conduzi-las para sua única grande demanda, o poder, e o faz arrancando o oportunismo, esmagando o revisionismo em pedaços.

O imperialismo e a reação mundial estão afundando em meio a um maior conluio e pugna, e no meio de sua agonia dão golpes sangrentos, e com a ajuda de revisionistas e oportunistas de todas as cores, procuram conjurar a revolução através de sua saída reacionária, semeando ilusões eleitorais e constitucionais, como no Peru, onde participam das eleições reacionárias na cauda da facção burocrática da grande burguesia, como em outros lugares para continuar a reprimir a revolução, praticando a trilogia da capitulação: capitulação, anistia e alistamento.

As eleições são um meio de dominação da burguesia nos países imperialistas e, nas nações oprimidas, são um meio de dominação dos latifundiários e da grande burguesia; não são para o povo um instrumento de transformação nem um meio de derrubar o poder das classes dominantes, daí a justa orientação de usá-las apenas para fins de agitação e propaganda. Diante da crise e do desenvolvimento das condições objetivas e subjetivas para a revolução, dependendo da situação concreta, a reação recorre aos chamados “pacotes de ajuda social” para tentar fazer as massas dormirem, para aplicar seus pacotes anti-crise como anestesia; em outros casos, para desviá-las do caminho revolucionário, recorre à promoção de governos reacionários encabeçados pelo oportunismo e ao uso do terror reacionário ou, em outros casos, recorre ao fascismo. Toda esta reação se aplica no meio de lutas reacionárias agudas, porque a crise e a revolução também agitam suas lutas.

O fato de que a reação usa o oportunismo e revisionismo em sua desesperada saída reacionária da crise e para adiar a revolução é mais uma prova política da maturidade das condições objetivas e subjetivas para a revolução em todo o mundo. Isto prova que a revolução é a tendência principal histórica e política no mundo de hoje, que isto se expressa principalmente nas nações oprimidas, onde se desenvolve a principal contradição, nações oprimidas e imperialismo; as nações oprimidas que são a base da revolução mundial, onde vive a maior parte da população mundial, da qual a imensa maioria é formada pelos camponeses que lutam pela terra, a principal força da revolução democrática liderada pelo proletariado através de seu partido, que a leva adiante por meio da guerra popular.

A linha revisionista e oportunista da direita revisionista no Peru, como cabeça do novo revisionismo a nível mundial, que nega o caráter semicolonial e semifeudal dos países oprimidos, dizendo que estes deixaram de ser assim por causa do “neoliberalismo” aplicado desde o início dos anos 90 do século passado e no caso do Peru, também porque com a guerra popular as relações semi-feudais foram destruídas e o Peru tornou-se capitalista dependente e “que a luta atual é pelos direitos democráticos, uma nova constituição e soberania”, esses renegados negam o que o Maoismo e o Pensamento Gonzalo estabeleceram, que enquanto a revolução democrática não for levada a termo com a tomada do poder em todo o país, o domínio do imperialismo, do capitalismo burocrático e da semifeudalidade não terá sido destruída. Além disso, expressamente no caso do Peru, onde a reação restabeleceu o velho poder, restabeleceu as antigas relações de produção, ou seja, a semifeudalidade, e nos países onde atua com o desenvolvimento do capitalismo burocrático evolui a base semifeudal, não a destrói. O novo revisionismo nega o desenvolvimento de uma situação revolucionária em nível internacional. Ou seja, nega a revolução como a tendência principal, nega a nova grande onda da revolução mundial, nega a ofensiva estratégica da revolução mundial, nega a contradição principal, nega a revolução democrática, nega o problema da terra nos países oprimidos e, portanto, nega a revolução proletária mundial. Eles são contrarrevolucionários renegados.

Reafirmamos o que foi declarado em nossa declaração conjunta para o Dia de Maio de 2021: A ordem social dominante, o sistema mundial imperialista, nele, o imperialismo ianque, inimigo comum dos povos de todo o mundo, está ultrapassado e podre até o seu âmago, e é sustentado pelas baionetas sangrentas de seus exércitos mercenários, que serão impotentes diante de nós. Qualquer um que olhe para o mundo de hoje verá que estamos diante de uma situação onde a revolução proletária mundial é a única saída, o único caminho para a humanidade, e que o desenvolvimento das condições objetivas e subjetivas no mundo são favoráveis à revolução.

O mundo está em caos. O imperialismo é um sistema agonizando em seu leito de morte. Os povos do mundo estão se revoltando contra a morte e a miséria causadas pelo imperialismo. Em todo o mundo – especialmente na América Latina (agora o elo mais fraco da cadeia imperialista), África e Ásia – as pessoas estão sendo massacradas, torturadas, desaparecidas e aprisionadas por terem escolhido lutar.

Para concluir, cabe a nós elevar nosso compromisso, e reunimos essas vidas, esse exemplo, esse sangue de nossos heróis das Luminosas Trincheiras de Combate que em 19 de junho de 1986 ofereceram suas vidas em defesa da revolução; tomemos-nas em nossa própria carne, que eles inflamem cada vez mais nossas próprias mentes e tanjam nossa vontade, de modo que esse caminho aberto com imenso sacrifício, que será a maravilha dos séculos, seja o caminho que continuamos até cumprirmos aquela tarefa na qual eles estavam engajados. A melhor homenagem que podemos lhes prestar, e estamos prestando hoje, é persistir nesse caminho, nesse curso, e não pararemos, enquanto Partidos comunistas, enquanto classe e como imensa massa de pessoas do mundo, até o comunismo. Que esse seja o compromisso sério que assumimos hoje, mais uma vez, em homenagem aos heróis do povo.

Viva o 35º Aniversário do Dia da Heroicidade!

Honra eterna e glória para os heróis caídos! Viva a revolução!

Unir-se sob o Maoismo! Abaixo o revisionismo!

 

Firmas:

Partido Comunista del Perú

Partido Comunista de Brasil (Fracción Roja)

Partido Comunista de Turquía / Marxista-Leninista

Comité Bandera Roja – RFA

Núcleo Revolucionario para la Reconstitución del Partido Comunista de México (NR-PCM)

Comités para la fundación del Partido Comunista (maoísta) en Austria

Partido Comunista del Ecuador – Sol Rojo

Partido Comunista de Colombia (Fracción Roja)

Comité Maoísta Finlandia

Comité de Construcción del Partido Comunista maoísta de Galicia

Fracción Roja del partido Comunista de Chile

Partido Comunista de Francia – Fracción Roja

Comité para la Reconstitución del Partido Comunista de los Estados Unidos

Partido Comunista maoista Italia

Grupo Comunista (Maoísta), China

Servir al Pueblo – Liga Comunista de Noruega

Friday, July 23, 2021

Resolución del VII Encuentro de los Partidos y Organizaciones marxistas-leninistas-maoístas en Europa

 


¡Proletarios de todos los países, uníos!

Resolución del VII Encuentro de los Partidos y Organizaciones marxistas-leninistas-maoístas en Europa

Nosotros, los Partidos y Organizaciones marxistas-leninistas-maoístas en Europa, saludamos  con el más profundo orgullo proletario al Movimiento Comunista Internacional (MCI), al proletariado internacional y los pueblos del mundo que día a día se fortalecen en lucha contra el imperialismo, el revisionismo y la reacción en camino a barrerlos de la faz de la Tierra. En especial, saludamos con esta resolución a los Partidos y Organizaciones marxistas-leninistas-maoístas de Latinoamérica, donde el Proletariado y los pueblos que luchan demuestran que todo el continente se ha convertido en un crisol de la Revolución Mundial Proletaria. Todas las contradicciones de la lucha de clases internacional se manifiestan aquí en los respectivos países en la mayor y más poderosa dimensión. Una y otra vez de una chispa se incendian praderas de lucha de masas, que muestran que nos adentramos en un nuevo período en el que se desarrolla una situación revolucionaria en desigual desarrollo en todo el mundo y que la Revolución es la tendencia histórica y política principal.

En primer lugar, hemos visto la lucha de los campesinos pobres de Brasil, quienes sobre todo en Rondonia conquistaron la tierra del gran terrateniente y la defendieron de una fuerza militar superior en nueve meses de lucha constante y de campaña de cercamiento del viejo estado brasileño que se desarrolló especialmente desde abril de este año. Una lucha que justificadamente ha tenido un fuerte eco en numerosas acciones solidarias en más de una docena de países. Una lucha que ha mostrado vivamente el poderoso papel del campesinado, sobre todo del campesinado pobre, en la revolución proletaria mundial como su fuerza principal. La Revolución Agraria, llevada a cabo como parte de la Revolución de la Nueva Democracia, es una lucha que sacudió tan fuertemente al régimen reaccionario del lacayo de los yanquis, Bolsonaro, que se vio obligado a denunciar públicamente y ante todo el país a la Liga de los Campesinos Pobres (LCP)- la vanguardia del movimiento campesino revolucionario en Brasil. Al mismo tiempo su régimen tampoco encuentra paz en las fortalezas de la reacción, las metrópolis y las grandes ciudades del país, porque también aquí el pueblo desarrolla su combativo movimiento de protestas, como pudo verse vigorosamente en el fin de semana del 29 de mayo.

El papel del campesinado y su fuerza revolucionaria bajo la dirección del proletariado se muestra también en Ecuador, donde los campesinos revolucionarios desarrollan  la lucha contra el capital financiero imperialista, el capitalismo burocrático y sus grandes empresas mineras. Una vigorosa reunión del „Comité de los campesinos pobres de Cuenca del Río Mira“ junto con otras organizaciones de campesinos tuvo lugar en marzo de este año. También esta lucha de los campesinos (similar como en Brasil) es criminalizada y combatida por el gobierno del país, como fue confirmado con las respectivas visitas de la  gobernadora de Imbabura y el comandante general de la policía, el general Tannya Varela, en Buenos Aires, Imbabura en Abril y Mayo de este año. Los campesinos pobres desarrollaron en su lucha acciones como bloqueo de calles, campañas contra desalojos y prendiendo fuego a los campamentos mineros, como aconteció en agosto del 2020 en Santa Lucía, Buenos Aires. Las empresas mineras (sobre todo la empresa Harine) incrementan ahora su lucha contra los campesinos pobres comenzando a poner a la región en un estado de sitio e impidiendo a la población su libre movimiento e intimidandola. Esta lucha se desarrolla en un momento en el que un nuevo Régimen, aún más reaccionario al servicio del imperialismo yanqui, toma el comando del viejo estado ecuatoriano. Al mismo tiempo cuatro de diez ecuatorianos viven en absoluta pobreza, el paro y el subempleo están en un 74 por ciento mientras los costos de vida aumentan constantemente. Un papel principal en estas luchas lo juega el „Frente de Defensa de Luchas del Pueblo del Ecuador“ (FDLP-EC) mientras el revisionismo avanza a su bancarrota total.

Otro país en el que la situación revolucionaria mundial en desigual desarrollo se ha mostrado vigorosamente es Colombia, donde la reaccionaria reforma sobre los impuestos por parte del gobierno fue la chispa que desencadenó el incendio de la pradera. Desde la huelga nacional el 28 de abril esta lucha de masas ha mostrado como el pueblo colombiano está dispuesto a pagar su tributo de sangre y a luchar una y otra vez con espíritu incontenible. Esto no ha cambiado a pesar de los más de 70 muertos, numerosos heridos y abusados y más de 1400 prisioneros de este levantamiento. Está demostrado por los cientos de policías heridos por parte de la reacción, la destrucción de la infraestructura del estado reaccionario y de los bancos y las miles de movilizaciones por parte del pueblo. El pueblo colombiano pide a gritos en su lucha una dirección y los maoístas del país ya han demostrado, que están dispuestos a dar esa guía como una nueva fuerza que pisa el escenario. Por eso saludamos en este punto a los compañeros del Partido Comunista de Colombia (Fracción Roja).

Estos tres países muestran con una claridad innegable el nuevo período en el que nos adentramos que se levanta como poderosa tormenta y que tambalea las condiciones en el llamado „patio trasero“ del imperialismo yanqui. También los compañeros en México muestran con sus movilizaciones de masas masivas un ininterrumpido ánimo de lucha, en un país en el que están directamente confrontados con el imperialismo yanqui y su gobierno de lacayos, así como con los sanguinarios carteles de drogas.

Al mismo tiempo, las luchas de los pueblos oprimidos en otras partes del mundo no ha parado como el pueblo palestino en su resistencia contra el continuo genocidio ha demostrado otra vez más, después de que esta lucha se haya creído muerta por parte de algunos reaccionarios.

La situación revolucionaria en desigual desarrollo en el mundo, así como la revolución como tendencia histórica y política principal son una realidad material que se expresa en las luchas de masas en todas partes del mundo y sobre todo en las guerras populares en el mundo, en Perú, en la India, Turquía y en Filipinas. Está confirmado que vivimos en tiempos de guerra, no en tiempos de paz. En esta situación, los compañeros en la India celebran en una campaña de un año los veinte años de existencia del ejército guerrillero de liberación popular (PLGA) que marcha hacia adelante en la guerra popular en la India bajo la dirección del Partido Comunista de la India (maoísta).

La nueva situación en la que nos adentramos nos llena, a los partidos y organizaciones marxistas-leninistas-maoístas en Europa, nuevamente con el más profundo espíritu del internacionalismo proletario, sabiendo que somos una clase con una bandera y una ideología. En este espíritu, llamamos a realizar acciones de solidaridad de clase para propagar y apoyar las luchas y acontecimientos aqui enumerados pero también aquellos que se desarrollan en otras partes del mundo. Esto lo hacemos como una fuerte señal de un proletariado unido mundialmente que pide a gritos su Nueva Organización Internacional que emergerá de la realización de la Conferencia Internacional Maoísta Unida.

¡Viva el maoísmo! - ¡Abajo el revisionismo!
¡Que viva el internacionalismo proletario, espíritu del Comunismo!
¡Adelante hacia la Conferencia Internacional Maoísta Unida y la Nueva Organización Internacional del Proletariado!

Firmas:

Partido Comunista de Turquía / Marxista-Leninista
Partido Comunista de Francia – Fracción Roja
Comités para la Fundación del Partido Comunista (Maoísta) de Austria
Colectivo Bandera Roja (Finlandia)
Servir al Pueblo – Liga Comunista de Noruega
Movimiento Popular Perú
Comité Bandera Roja – Alemania

via New Epoch Media

Resolution by the VII. Meeting of Marxist-Leninist-Maoist Parties and Organisations in Europe

Proletarians of all countries, unite!

Resolution by the VII. Meeting of Marxist-Leninist-Maoist Parties and Organisations in Europe

We, the Marxist-Leninist-Maoist Parties and Organisations in Europe, greet with our deepest proletarian pride the International Communist Movement (ICM), the international proletariat and the peoples of the world who steel themselves day by day in the struggle against imperialism, revisionism and reaction on the path to swipe them away from the face of the earth. With this resolution we greet especially the Marxist-Leninist-Maoist Parties and Organisations of Latin America where the proletariat and struggling peoples show that the whole continent transformed into a furnace of the world proletarian revolution. All of the contradictions of international class struggle manifest themselves in the respective countries in the highest and mightiest dimension, here over and over again mighty prairie-fires of mass struggle are set ablaze by sparks which show that we are entering a new period in which a revolutionary situation in uneven development unfolds itself in the whole world and revolution is the historical and political main tendency.

First and foremost we have seen the struggle of the poor peasants of Brazil who especially in Rondonia conquered the land of the big landowners and defended it against a superior military force in nine month of constant struggle and the encirclement campaign of the old Brazilian state which was unfolded especially in April of this year. A struggle which had justifiably a strong echo in numerous solidarity actions in over a dozen countries. A struggle which has shown vividly the mighty role of the peasantry, especially the poor, in the world proletarian revolution as its main force. The Agrarian Revolution, waged as part of the New Democratic Revolution, is a struggle which has shaken the reactionary regime of the lackey of the Yankees Bolsonaro so strongly he was forced to denounce the “League of poor Peasants” (LCP) – the vanguard of the revolutionary peasant’s movement of Brazil – publicly and in front of the whole country. At the same time his regime does not find peace in the fortresses of reaction – the metropolitan and big cities of the country -, because the people unfold their combative protest movement there too, as it was seen powerfully on the weekend of the 29th of May.

The role of the peasantry and its revolutionary force under the leadership of the proletariat is also showing in Ecuador where the revolutionary peasants unfold the struggle agains imperialist finance capital, bureaucratic capitalism and their big mining companies. A powerful assembly of the “Committee of poor Peasants of Cuenca del Río Mira” together with other peasant’s organisations was held in March of this year. Similar to Brazil this struggle of the poor peasants is also criminalized and combatted by the government of the country as it was confirmed by the respective visits of the Governor of Imbabura and the general commander of the police, General Tannya Varela, in Buenos Aires, Imbabura in April and May this year. The poor peasants develop in their struggle actions like street blockades, campaigns against evictions and setting fire to the mining camps as it was conducted in Santa Lucia, Buenos Aires in August 2020. The mining companies – especially the company Harine – now increase their struggle against the poor peasants by starting to put the region in a state of siege and to hinder the population in their free movement and to harass them. This struggle unfolds at a time in which a new, even more reactionary regime is taking over the wheel of the old Ecuadorian state in service of Yankee-Imperialism. At the same time four out of ten Ecuadorians live in total poverty and unemployment and underemployment are at 74 percent, while the cost of living is getting higher constantly. A leading role in these struggles plays the “Frente de Defensa de Luchas del Pueblo del Ecuador” (FDLP-EC), while revisionism meets its absolute bankruptcy.

Another country in which the worldwide revolutionary situation in uneven development powerfully showed itself is Colombia where the reactionary tax-reform of the government was the lighting spark for a prairie-fire. Since the nationwide strike on 28th of April this mass struggle has shown that the Colombian people is willing to pay its blood-toll and to struggle again and again with an unbending spirit. This is not changed through the over 70 dead, numerous injured and abused and over 1400 prisoners of this uprising. It is proven by the hundreds of injured police officers on the side of reaction, the destruction of the infrastructure of the reactionary state and the banks and the thousands of mobilisations on the side of the people. The Colombian people are screaming for a leadership in its struggle and the Maoists of the country have proven that they are willing to give this leadership as a new force which is entering the stage. Therefore we greet the Comrades of the Communist Party of Colombia (Red Faction) at this instance.

These three countries present with undeniable clarity the new period which we enter, rising like a mighty storm and shaking the conditions in the so-called “backyard” of Yankee-Imperialism. Also the Comrades in Mexico show with their massive mass mobilisations an unbroken will to fight in a country in which they are confronted directly with Yankee-Imperialism and its government of lackeys as well as bloodthirsty drug cartels.

At the same time the struggles of the oppressed peoples in other parts of the world have not stopped As the Palestinian people in their resistance against the continuing genocide has shown once again after this struggle was believed dead by some reactionaries.

The revolutionary situation in uneven development in the world as well as the revolution as the historical and political main tendency are material reality which is expressed in the mass struggles all over the world and especially in the People's Wars in the World, in Peru, India, Turkey and the Philippines. It is confirmed that we live in times of war and not of peace. In this situation the Comrades in India in a one year campaign celebrate 20 years of existence of the People's Liberation Guerilla Army (PLGA) which is marching forward in the People's War in India under the leadership of the Communist Party of India (Maoist).

This new situation which we enter fills us, the Marxist-Leninist-Maoist Parties and Organisations in Europe, once again with deepest proletarian internationalist spirit, knowing that we are one class with one flag and one ideology. In this spirit we call for actions of class solidarity to propagate and support the struggles and events which were named here but also those which develop in other parts of the world. We do this as a powerful symbol of a worldwide united proletariat which is screaming for its New International Organisation which will emerge from the conduction of the Unified International Maoist Conference.

Long live Maoism – Down with revisionism!
Long live proletarian internationalism, the spirit of Communism!
Forward to the Unified International Maoist Conference and the New International Organisation of the Proletariat!

Signatories:

Communist Party of Turkey / Marxist-Leninist
Communist Party of France – Red Faction
Committees for the foundation of the (Maoist) Communist Party of Austria
Maoist Committee Finland
Serve the People – Communist League of Norway
Peru People's Movement
Committee Red Flag – FRG

 

Resolution des VII. Treffens der marxistisch-leninistisch-maoistischen Parteien und Organisationen in Europa

Proletarier aller Länder, vereinigt euch!

Resolution des VII. Treffens der marxistisch-leninistisch-maoistischen Parteien und Organisationen in Europa

Wir, die marxistisch-leninistisch-maoistischen Parteien und Organisationen in Europa, grüßen mit tiefsten proletarischem Stolz die Internationale Kommunistische Bewegung (IKB), das internationale Proletariat und die Völker der Welt, die sich Tag für Tag im Kampf gegen Imperialismus, Revisionismus und Reaktion stählen, auf dem Weg diese vom Angesicht der Erde zu fegen. Im speziellen grüßen wir mit dieser Resolution die marxistisch-leninistisch-maoistischen Parteien und Organisationen Lateinamerikas, wo das Proletariat und die kämpfenden Völker zeigen, dass sich der gesamte Kontinent in einen Schmelztiegel der proletarischen Weltrevolution verwandelt hat. Die gesamten Widersprüche des internationalen Klassenkampfes manifestieren sich hier in den respektiven Ländern im allergrößten und mächtigsten Ausmaß, immer wieder werden hier durch Funken mächtige Steppenbrände des Massenkampfes entzündet, die zeigen, dass wir in eine neue Periode eintreten, in der sich eine revolutionäre Situation in ungleicher Entwicklung auf der ganzen Welt entfaltet und die Revolution die geschichtliche und politische Haupttendenz ist.

Allen voran haben wir den Kampf der armen Bauern Brasiliens gesehen, die vor allem in Rondonia in neun Monaten des ständigen Kampfes und der Einkreisungskampagne des alten brasilianischen Staates, die besonders seit April diesen Jahres entfaltet wurde, das Land der Großgrundbesitzer eroberten und es gegen eine militärische Übermacht verteidigten. Ein Kampf der zurecht in über einem Dutzend Ländern einen starken Widerhall in zahlreichen Solidaritätsaktionen fand. Ein Kampf der die mächtige Rolle der Bauernschaft, vor allem der armen, in der proletarischen Weltrevolution als ihre Hauptkraft lebhaft gezeigt hat. Die Agrarrevolution, die als Teil der Neudemokratischen Revolution durchgeführt wird, ist ein Kampf der das reaktionäre Regime des Yankee-Lakaien Bolsonaro so stark erschütterte, dass er sich gezwungen sah die „Liga der armen Bauern“ (LCP) – die Vorhut der revolutionären Bauernbewegung in Brasilien – öffentlich und vor dem ganzen Land zu denunzieren. Zeitgleich kommt sein Regime auch in den Festungen der Reaktion, den Metropolen und Großstädten des Landes, nicht zur Ruhe, weil auch hier das Volk seine kämpferische Protestbewegung entfaltet – wie dies am Wochenende des 29. Mai kraftvoll zu sehen war.

Die Rolle der Bauernschaft und ihre revolutionäre Kraft unter der Führung des Proletariats zeigt sich auch in Ecuador, wo die revolutionären Bauern den Kampf gegen das imperialistische Finanzkapital, den bürokratischen Kapitalismus und ihre großen Bergbauunternehmen entfalten und eine kraftvolle Versammlung des „Komitees der armen Bauern von Cuenca del Río Mira“, zusammen mit andern Bauernorganisationen im März diesen Jahres abgehalten wurde. Auch dieser Kampf der armen Bauern wird – ähnlich wie in Brasilien – von der Regierung des Landes kriminalisiert und bekämpft, wie es die Gouverneurin von Imbabura und der Generalkommandeur der Polizei, General Tannya Varela, mit ihren jeweiligen Besuchen in Buenos Aires, Imbabura im April und Mai diesen Jahres bestätigten. Die armen Bauern entwickeln in ihrem Kampf Aktionen wie Straßenblockaden, Kampagnen gegen Räumungen und dem Anzünden der Minenlager, wie es im August 2020 in Santa Lucia, Buenos Aires durchgeführt wurde. Die Bergbauunternehmen – vor allem das Unternehmen Harine – verstärken nun ihrerseits den Kampf gegen die armen Bauern, indem sie anfangen die Region in einen Belagerungszustand zu versetzen und die Bevölkerung an der freien Bewegung hindern und zu schikanieren. Dieser Kampf entfaltet sich zu einem Zeitpunkt wo ein neues, noch reaktionäreres Regime im Dienste des Yankee-Imperialismus das Steuer des alten ecuadorianischen Staates übernimmt. Gleichzeitig leben vier von zehn Ecuadorianern in absoluter Armut und die Arbeitslosigkeit und Unterbeschäftigung liegen bei 74 Prozent, während die Lebenshaltungskosten stetig weiter steigen. Eine führende Rolle in diesen Kämpfen spielt die „Frente de Defensa de Luchas del Pueblo del Ecuador“ (FDLP-EC), während der Revisionismus seinem totalen Bankrott entgegen geht.

Ein weiteres Land in dem sich die weltweite revolutionäre Situation in ungleicher Entwicklung kraftvoll gezeigt hat ist Kolumbien, wo die reaktionäre Steuerreform der Regierung der auslösende Funken für einen Steppenbrand war. Seit dem landesweiten Streik am 28. April hat dieser Massenkampf gezeigt, wie das kolumbianische Volk bereit ist seinen Blutzoll zu zahlen und mit unbändigem Geist wieder und wieder zu kämpfen. Daran haben auch die über 70 Toten, zahlreichen Verletzten und Misshandelten und über 1400 Gefangenen dieser Erhebung nichts geändert. Davon zeugen die hunderten von verletzten Polizisten auf Seiten der Reaktion, die Zerstörungen der Infrastruktur des reaktionären Staates und der Banken und die tausenden von Mobilisierungen auf Seiten des Volkes. Das kolumbianische Volk schreit in seinem Kampf nach einer Führung und die Maoisten des Landes haben bereits bewiesen, dass sie bereit sind als eine neue Kraft, die die Bühne betritt diese Führung zu geben. Darum grüßen wir an dieser Stelle die Genossen der Kommunistischen Partei Kolumbiens (Rote Fraktion).

Diese drei Länder zeigen mit unleugbarer Klarheit die neue Periode in die wir eintreten, die sich wie ein mächtiger Sturm erhebt und die Verhältnisse im sogenannten „Hinterhof“ des Yankee-Imperialismus in wanken bringt. Auch die Genossen in Mexiko zeigen mit ihren massiven Massenmobilisierungen einen ungebrochenen Kampfeswillen, in einem Land in dem sie direkt mit dem Yankee-Imperialismus und seiner Lakaienregierung, sowie den blutrünstigen Drogenkartellen konfrontiert sind.

Gleichzeitig haben auch die Kämpfe der unterdrückten Völker in anderen Teilen der Welt nicht aufgehört, wie das palästinensische Volk in ihrem Widerstand gegen den andauernden Genozid wieder einmal bewiesen hat, nachdem dieser Kampf von einigen Reaktionären bereits tot geglaubt wurde.

Die revolutionäre Situation in ungleicher Entwicklung auf der Welt, sowie die Revolution als geschichtliche und politische Haupttendenz sind eine materielle Realität, die sich in den Massenkämpfen überall auf der Welt ausdrückt und vor allem in den Volkskriegen auf der Welt, in Peru, Indien, Türkei und auf den Philippinen. Es bestätigt sich, dass wir in Zeiten des Krieges und nicht des Friedens leben. In dieser Situation feiern die Genossen in Indien in einer einjährigen Kampagne das 20-jährige Bestehen der Volksbefreiungsguerillaarmee (PLGA), die unter der Führung der Kommunistischen Partei Indiens (maoistisch) vorwärts marschiert im Volkskrieg in Indien.

Diese neue Situation in die wir eintreten erfüllt uns, die marxistisch-leninistisch-maoistischen Parteien und Organisationen in Europa, erneut mit dem tiefsten Geist des proletarischen Internationalismus, in dem Wissen, dass wir eine Klasse mit einer Fahne und einer Ideologie sind. In diesem Geiste rufen wir zu Aktionen der Klassensolidarität auf, um die Kämpfe und Ereignisse, die hier aufgezählt wurden, aber auch jene die sich in anderen Teilen der Welt entwickeln, zu propagieren und zu unterstützen. Dies tun wir als ein kraftvolles Zeichen eines weltweit vereinigten Proletariats, das nach seiner Neuen Internationalen Organisation schreit, die aus der Durchführung der Vereinten Internationalen Maoistischen Konferenz hervorgehen wird.

Es lebe der Maoismus – Nieder mit dem Revisionismus!
Es lebe der proletarische Internationalismus, der Geist des Kommunismus!
Vorwärts zur Vereinten Internationalen Maoistischen Konferenz und Neuen Internationalen Organisation des Proletariats!

 

Unterzeichner:

Kommunistische Partei der Türkei / Marxistisch-Leninistisch
Kommunistische Partei Frankreichs – Rote Fraktion
Komitees für die Gründung der (maoistischen) Kommunistischen Partei Österreichs
Maoistisches Komitee Finnland
Dem Volke Dienen – Kommunistische Liga Norwegens
Volksbewegung Peru
Komitee Rote Fahne – BRD


 

Thursday, July 22, 2021

MPP: BREVE NOTA SOBRE LA SITUACIÓN POLÍTICA EN EL PAÍS

Hace apenas unos día, después de un largo tira y afloja entre los representantes de las dos facciones de la gran burguesía para decidir la nominación del nuevo presidente reaccionario que reeplazará al actual en la presidencia del viejo Estado peruano, terrateniente-burocrático al servicio del imperialismo, principalmente yanqui, el Jurado Nacional de Elecciones decidió que el „rondero“ vendehuelgas Pedro Castillo sería quien como presidente obtenga la posta reaccionario. Ha sido nominado luego de un proceso como todos los anteriores y aún en mayor grado fraudulento y farsesco monitoreado por el imperialismo yanqui a través de sus organismos internacionales, la embajada yanqui en Lima, sus expertos  y su agente Gorriti quie se ha encargado de garantizar que el "rondero" oportunista es un contrarrevolucionario probado, que como "rondero" a combatido al PCP y a la guerra popular con las armas como fuerza auxiliar de las fuerzas armadas genocidas bajo dirección de la CIA yanqui y su guerra de baja intensidad. El imperialismo yanqui como siempre ha intervenido descaradamente en las elecciones para nominar a Castillo y le ha otorgado su reconocimiento, declarando por diversos medios que las elecciones reaccionarias "han sido limpias" y que "Castillo es un presidente legítimo".

Castillo, no se hace aún cargo de su posta para llevar a cabo las tres tareas reaccionarias, necesidad del imperialismo y la reacción peruana y ya se debate en aguda contienda interna, como tenía que ser, como lo informa el diario reaccionario El Comercio de Lima en su edición de hoy:

"Pedro Castillo: Continúan las pugnas internas mientras se definen nombres para el GabineteMientras tanto, Pedro Castillo y Francisco Sagasti conversaron por más de dos horas en Palacio de Gobierno en torno a la transferencia.

 (...)Pugnas internas

 

El nombre de Alonso Segura ha sido voceado para ser la nueva cabeza del Ministerio de Economía. Sin embargo, el exministro no goza de la simpatía de ninguno de los sectores de Perú Libre.

 

El ala más radical, cercana a Vladimir Cerrón, prefiere que se nombre a Juan Pari en ese puesto por dos razones. El primero es por un tema de afinidad política. Pero el segundo es por un tema pragmático: Pari no llegaría con un gran equipo que lo acompañe, a diferencia de Pedro Francke.

 

El temor con este último, según refieren fuentes de Perú Libre, no solo es que sea más moderado, sino que tienen desconfianza de que “le des la mano y se vayan hasta el codo”. Esto en referencia al protagonismo que podría tener Nuevo Perú en sectores claves.

 

Aun así, Francke mantiene una relación cercana con Castillo. En caso sea elegido, los cerronistas propondrán que Pari vaya como viceministro para “hacer contrapeso”, indicaron las fuentes.

 

Mientras, el lado cerronista insiste en que Roger Najar sea la cabeza del nuevo Gabinete. A diferencia de lo que sucede en Economía, el excongresista cuenta con la aceptación de las otras agrupaciones de izquierda e independientes que se sumaron a la campaña, pues cumplió una función de articulación de las propuestas durante la segunda vuelta. Además, él se ha encargado de coordinar los nombres para el Gabinete en formación.

 

En las últimas horas, un nombre que ha sido considerado es el de Jorge Chávez, exministro de Defensa, para la misma cartera. El otro nombre para los temas de seguridad es Mariano González, con quien hubo conversaciones, pero aún no hay un ofrecimiento concreto.

 

El exministro Jorge Nieto, en comunicación con este Diario, negó que vaya a integrar el Gabinete.

 

Otras fuentes dan cuenta de una activa presencia del excongresista Daniel Salaverry en el entorno de Castillo. Su participación le ha permitido mantener reuniones con empresarios del sector pesquero y construcción. Aunque su actuación es a título personal, pues el congresista electo de Somos Perú José Jerí ha descartado que hayan sido invitados.

 

Además, otras fuentes señalan que habría una cuota de participación de los allegados al exalcalde de La Victoria George Forsyth, aunque él ha descartado cualquier “interés” en sus visitas.

 

El dato

 

El JNE prevé entregarle las credenciales de presidente electo a Castillo mañana a las 4 p.m. Aún no se confirma el lugar".

Antes de proseguir, denunciamos: que el enemigo está aprovechando la situación para avanzar en su plan de aniquilar al Presidente Gonzalo, jefe del Partido y la revolución, nosotros ante esto nos reafirmamos en lo establecido en la Declaración de los Partidos y Organizaciones Maoístas del Mundo por el Día de la Heroicidad, sobre la defensa de la Jefatura:

 

"Esta ocasión es propicia para denunciar que, ante la indoblegable, férrea resistencia feroz del Presidente Gonzalo, en defensa de la Jefatura del Partido y la revolución, el actual gobierno fascista, genocida y vendepatria del viejo Estado peruano, encabezado por Sagasti, como sus predecesores -contando con el servicio de las ratas de la línea oportunista de derecha revisionista y capitulacionista (LOD), bajo la dirección de la CIA yanqui-, prosigue aplicando el plan de aniquilar al Presidente Gonzalo, manteniendo su aislamiento absoluto y perpetuo por ya cerca de 29 años. Las autoridades del viejo Estado, desde el Ejecutivo hasta su sistema judicial y carcelario actúan con ciego odio y perversa furia homicida contra el más importante prisionero político revolucionario del mundo manteniéndolo en aislamiento, con contacto solo con sus carceleros de diversos niveles e información del mundo exterior previamente distorsionada y manipulada por la CIA yanqui, reacción peruana y ratas de la LOD. ¡Defender al Presidente Gonzalo y el pensamiento gonzalo, Jefatura del Partido Comunista del Perú y la revolución peruana!"

Asimismo sobre el nuevo gobierno reaccionario encabezado por el "rondero" oportunista vendehuelgas Castillo, de acuerdo a la declaración nombrada decimos:

 

Las elecciones son un medio de dominación de la burguesía en los países imperialista y, en las naciones oprimidas, son medio de dominación de los terratenientes y grandes burgueses; no son para el pueblo instrumento de transformación ni medio para derrocar el poder de las clases dominantes, de ahí la justa orientación de usarlas solo con fines de agitación y propaganda. Ante la crisis y el desarrollo de las condiciones objetivas y subjetivas para la revolución, según sea la situación concreta, la reacción recurre a los llamados “paquetes de ayuda social” para tratar de adormecer a las masas, para aplicar sus paquetazos anticrisis con anestesia; en otros casos, para desviarlas del camino revolucionario recurre a impulsar gobiernos reaccionarios encabezados por el oportunismo y al uso del terror reaccionario o en otros recurre al fascismo. Todo esto la reacción aplica en medio de agudas pugnas reaccionarias, porque la crisis y la revolución también acicatean sus pugnas.

 

El que la reacción eche mano del oportunismo y el revisionismo en su desesperada salida reaccionaria a la crisis y para aplazar la revolución, es una prueba política más de la madurez de las condiciones objetivas y subjetivas para la revolución en todo el mundo. Eso prueba que la revolución es la tendencia histórica y política principal hoy en el mundo, que ésta se expresa principalmente en las naciones oprimidas, donde se desarrolla la contradicción principal naciones oprimidas-imperialismo; las naciones oprimidas que son base de la revolución mundial, allí vive la mayor parte de la población mundial, de la cual, la inmensa mayoría está constituida por el campesinado que lucha por la tierra, fuerza principal de la revolución democrática dirigida por el proletariado a través de su partido, que la lleva adelante mediante la guerra popular.

 

La línea oportunista de derecha revisionista y capitulacionista en el Perú, como cabeza del nuevo revisionismo a nivel mundial, que niega el carácter semicolonial y semifeudal de los países oprimidos, diciendo que estos han dejado de serlo por el “neoliberalismo” aplicado desde comienzos de los 90 del siglo pasado y en el caso del Perú, además porque con la guerra popular se destruyó las relaciones semifeudales y el Perú a devenido en capitalista dependiente y “que la lucha actual es por derechos democráticos, nueva constitución y soberanía”, estos renegados niegan lo establecido por el maoísmo y el pensamiento gonzalo, que mientras no se lleve a término la revolución democrática con la toma del Poder en todo el país no se habrá destruido la dominación del imperialismo, el capitalismo burocrático y la semifeudalidad. Además expresamente en el caso del Perú, allí donde la reacción a restablecido el viejo Poder, ha restablecido las viejas relaciones de producción, esto es la semifeudalidad y en los países donde actúa con el desarrollo del capitalismo burocrático evoluciona la base semifeudal, no la destruye. El nuevo revisionismo niega la situación revolucionaria en desarrollo a nivel internacional. Es decir niega la revolución como tendencia principal, niega la nueva gran ola de la revolución mundial, niega la ofensiva estratégica de la revolución mundial, niega la contradicción principal, niega la revolución democrática, niega el problema de la tierra en los países oprimidos y por tanto niega la revolución proletaria mundial. Son renegados contrarrevolucionarios.

 ¡Defender al Presidente Gonzalo y el pensamiento gonzalo, Jefatura del Partido Comunista del Perú y la revolución peruana!

MOVIMIENTO POPULAR PERÚ

JULIO DE 2021

 

Nanterre: Campagne unitaire pour la libération de Georges Abdallah

Bonjour camarade,

voici ci-dessous les photos de la fresque réalisée à Nanterre à l'initiative de nos camarades de L'Arène - avec la participation de l'AFPS, de BDS, de la CGT et de la Campagne unitaire pour la libération de Georges Abdallah.
Salutations rouges internationalistes et solidaires