Saturday, December 22, 2018

A NOVA DEMOCRACIA: Los fantasmas de Bolsonaro










Friday, December 21, 2018

MFP-BRASIL: Viva os 140 anos do nascimento do Camarada Stálin!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018


Viva os 140 anos do nascimento do Camarada Stálin!

No dia 21 de dezembro celebramos o nascimento do grande camarada Stálin. Chefe do Partido Comunista (Bolchevique) da URSS e da construção do socialismo e dirigente do Exército Vermelho na heróica guerra em defesa da pátria socialista contra invasão das hordas nazifascistas. Ainda hoje todos os reacionários temem o camarada Stálin por ser uma representação do Poder do Proletariado e uma ameaça ao poder da burguesia. Em homenagem a este grande chefe do proletariado internacional publicamos a seguir o texto "As mulheres na época de Stálin" de Anna Louise Strong publicado no jornal A Nova Democracia em março de 2003. Também disponível em (https://anovademocracia.com.br/no-7/1217-as-mulheres-na-epoca-de-stalin).


Anna Louise Strong, jornalista e escritora estadunidense, durante muitos anos, viveu na União Soviética e na República Popular da China. Autora de inúmeros livros e reportagens sobre os países que visitou e residiu, tais como Rússia na guerra e na paz, A China luta pela liberdade, Rio Selvagem, Cartas da China, dentre outros, Strong se tornou uma das maiores entusiastas personalidades que divulgavam as grandes realizações e lutas dos povos que construíam o socialismo. De sua intensa atividade como repórter-correspondente, destaca-se a entrevista com o maior líder revolucionário que o mundo conheceu, o presidente Mao Tse-tung, realizada em 1946 — quando, desde Yenam, a lendária base de apoio situada ao noroeste da China dirigia o Exército Popular e as massas de seu país na luta contra a agressão militar japonesa. 


O texto que AND publica a seguir, uma tradução de Cristiano Alves, descreve a luta pela emancipação das mulheres soviéticas e expressa as observações da autora, Anne Louise Strong, nos 20 anos de vivência nas terras livres da então revolucionária União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).


"Ó mulher, o mundo não esquecerá da sua luta pela liberdade!"
A mudança no status das mulheres constituiu-se numa das transformações sociais mais importantes ocorridas no interior da nova sociedade em toda a URSS. A revolução dera às mulheres uma igualdade jurídica, porque, principalmente, havia produzido grandes e decisivas conquistas políticas. A industrialização em bases revolucionárias dotou a economia do pagamento igualitário para igual trabalho.

Ainda assim, em cada aldeia, as mulheres tinham que lutar contra hábitos seculares. Notícias vindas de uma aldeia da Sibéria, por exemplo, onde — depois de implantadas as granjas coletivas, as mulheres passaram a ter uma renda independente —, as esposas se decidiram por uma greve dirigida contra as surras que levavam dos maridos e, no prazo de uma única semana, puseram fim à tradição consagrada ao longo dos séculos de divisão social do trabalho. "Os homens todos zombaram da primeira mulher que nós elegemos no soviete da nossa aldeia", me falou uma presidenta da aldeia, "mas na próxima eleição nós elegeremos seis mulheres e seremos nós quem riremos". Conheci vinte destas presidentas de aldeias, em 1928, em um trem na Sibéria, rumo ao Congresso das Mulheres em Moscou. Para a maioria delas, aquela tinha sido a primeira viagem de trem e apenas uma estivera fora da Sibéria alguma vez. Elas tinham sido convidadas para ir a Moscou com o intuito de "aconselhar o governo" sobre as exigências das mulheres; para tanto, seus municípios as haviam escolhido por votação para representá-los.

A mais difícil região onde as mulheres tiveram que se bater pela sua liberdade foi a Ásia Central. Ali, as mulheres eram tratadas como bens semoventes, vendidas em matrimônio. Mesmo assim, quando muito jovens, e nunca, depois disso, eram vistas em público sem o horroroso paranja* — um longo véu preto feito com crina de cavalo tecida, que cobria toda a face, dificultando a respiração e a visão das mulheres. A tradição conferia aos maridos o direito de matar as esposas caso retirassem o véu e os mulás, sacerdotes muçulmanos, justificavam tal prática através da religião. As russas trouxeram a primeira mensagem de liberdade: elas montaram clínicas de bem-estar para a criança e, através delas, as mulheres nativas retiraram o véu em suas presenças.

Ali, foram discutidas as liberdades a serem conquistadas pelas mulheres e os males advindos do uso do véu. O Partido Comunista pressionou seus filiados a permitir que suas esposas retirassem os véus se assim desejassem.

Quando visitei Tashkent pela primeira vez, em 1928, uma conferência de mulheres comunistas estava denunciando: "Nossas camaradas estão sendo violadas, torturadas e assassinadas. Por isso, ainda este ano, teremos que acabar com essa horrorosa obrigação do uso de véus; este deve ser um ano histórico."

Enquanto isso, incidentes chocantes deram razão a esta resolução. Houve o caso da garota de uma escola de Tashkent, que recebeu férias para que pudesse participar de agitações pelos direitos das mulheres na aldeia de sua casa. Como resposta, seu corpo desmembrado foi mandado de volta à escola em uma carroça, onde se lia: Isto é para a liberdade de suas mulheres.

Uma outra mulher havia recusado as atenções de um proprietário de terras e casara-se com um camponês comunista. Em conseqüência, um grupo de dezoito homens, incitados pelo proprietário, a violou no oitavo mês de gravidez e lançou seu corpo em um rio. Poemas foram escritos por mulheres para expressar sua valentia e o suplício a que fora submetida. Quando Zulfia Khan, uma lutadora da liberdade, foi queimada viva pelos mulás, as mulheres de sua aldeia escreveram um lamento: "Ó mulher, o mundo não esquecerá da sua luta pela liberdade! Sua chama não os deixou pensar que te consumiu. A chama na qual você queimou é uma tocha em nossas mãos."

A fortaleza da opressão ortodoxa era Santa Bokhara. Ali, um dramático desvelamento vinha se organizando. Foi difundida a notícia de que "algo espetacular" aconteceria no dia 8 de março, o Dia Internacional das Mulheres. Celebraram-se reuniões massivas de mulheres em muitas partes da cidade naquele dia, e as oradoras urgiram que todas as mulheres se "desvelassem de uma só vez". As mulheres marcharam, então, à plataforma, lançaram seus véus ante suas companheiras e realizaram uma manifestação pelas ruas. Tribunas foram erguidas, de onde os líderes do governo saudavam as mulheres. Outras companheiras mais, se uniram à parada, saindo diretamente de suas casas e abandonando seus véus ao passar nas tribunas. Aquele ato quebrou a tradição do véu em Santa Bokhara. Muitas mulheres, claro, vestiram seus véus novamente antes de encarar seus maridos enfurecidos. Mas o véu aparecia cada vez menos, desde então. Ao tomar conhecimento deste fato, o Poder Soviético usou várias armas para libertar as mulheres, como a educação, a propaganda e a lei em todas as partes. Grandes julgamentos públicos condenaram duramente os maridos que assassinaram suas esposas. Com a pressão das novas exigências, juízes confirmaram a pena de morte para os praticantes do que o velho costume não considerava como crime**.

A arma mais importante para livrar as mulheres era, como na própria Rússia, a industrialização. Visitei um novo moinho de seda em Velha Bokhara. O diretor desse empreendimento, era um homem pálido, exausto, trabalhando sem sono para construir uma nova indústria. Disse não esperar que o moinho fosse lucrativo por muito tempo. "Nós estamos treinando as aldeãs para ter um novo pessoal nos futuros moinhos de seda do Turcomenistão. Nosso moinho é a força conscientemente aplicada que quebrou o véu das mulheres; nós exigimos que as mulheres se desvelassem no moinho". Jovens trabalhadoras do setor têxtil escreveram canções para o novo significado da vida, quando trocaram o véu pelo lenço de cabeça russo, o kerchief. "Quando tomei a estrada da fábrica, eu lá encontrei um novo kerchief, um kerchief vermelho, um kerchief de seda, comprado com o trabalho das minhas próprias mãos! O rugido da fábrica está em mim. Me dá o ritmo, me dá a energia".

Alguém pode ler isto quase sem recordar, mas em contraste "A Canção da Camisa", de Thomas Hood, expressou como eram as fábricas inglesas de hoje: "Com dedos cansando e trabalhando/com as pálpebras pesadas e vermelhas, uma mulher sentou, vestida de trapos/manipulando a agulha e a linha. Pondo, ponto a ponto, em pobreza, fome e sujeira,/ e ainda, com uma voz de doloroso cansaço/ela cantou a canção da camisa". Na Inglaterra capitalista, a fábrica apareceu como uma arma de exploração para lucro. Na URSS, ela era não apenas um meio de riqueza coletiva, mas, também, uma ferramenta conscientemente usada para quebrar as algemas do passado.

*O paranja era muito semelhante à burca afegã.
**Desde então, passou a ser crime punível com a pena capital assassinar mulheres que retirassem o véu.

GALIZA: A Coruña, Xantar Popular de Solidariedade coa Revolución na India, na Comuna.

viernes, 21 de diciembre de 2018

Thursday, December 20, 2018

PCP: Asumimos la posición del Presidente Mao sobre el papel del camarada Stalin




Stalin va a continuar la obra de Lenin y en el proceso de construcción del socialismo en la URSS va a luchar contra las desviaciones de Trotsky, Zinoviev y Kamenev que concluyen en 1937; llevó una lucha de 13 años y es falso que resolviera las cosas de manera administrativa. Asumimos la posición del Presidente Mao sobre el papel del camarada Stalin de que 70% es positivo. Los comunistas hoy tenemos la tarea de hacer un análisis adecuado de la Segunda Guerra Mundial, el balance de la Internacional Comunista y particularmente estudiar bien su VII Congreso y dentro de esto el papel del camarada Stalin, la acción del revisionismo en Francia, Italia, etc. (PCP, LINEA INTERNACIONAL)




La historia del movimiento comunista internacional es un glorioso proceso de lucha a través del cual los comunistas en el mundo han bregado y bregan por unirse al servicio de la consecución de su meta inalterable, la sociedad comunista. En esta heroica brega se han concretado tres Internacionales.

La Asociación Internacional de los Trabajadores o I Internacional fue fundada por Marx y Engels en 1864 y en dura lucha y aplastamiento de las posiciones anarquistas de Bakunin, establece que es una sola la doctrina del proletariado: el marxismo. Lenin dice el papel que cumplió la I Internacional es el poner las bases ideológicas de la doctrina del proletariado. La Internacional se dividió y se imputó a Marx y Engels el haber escindido, ellos respondieron que si esa división no se hubiera producido, la Internacional de todas maneras hubiera muerto asesinada por la unidad poniendo de lado los principios. La II Internacional fue fundada por Engels en 1889, va a servir a la multiplicación de las organizaciones y los partidos; muerto Engels se produce desenfreno del viejo revisionismo el cual va a ser combatido y aplastado por Lenin; esta Internacional entró en bancarrota en la Primera Guerra Mundial cuando sus dirigentes, como Kautsky, Berstein, en vez de combatir la guerra imperialista y transformarla en revolución apoyan esa guerra de rapiña, y a sus burguesías deviniendo en socialpatriotas. En 1919 Lenin forma la III Internacional, la Internacional Comunista, y la concibió como máquina de combate que tiene que asumir la revolución mundial y la construcción de la dictadura del proletariado. En la IC surgen en los años 20 dos problemas de gran repercusión, el problema de Alemania, o sea, la revolución en un país avanzado y el problema de China o sea la revolución en un país atrasado. Posteriormente, la situación se agudiza con el surgimiento y el triunfo del fascismo y sobre cómo concebir el Frente; había criterios revisionistas de Togliatti y Thorez que buscaban sostener el orden y no derrumbarlo y centraban sólo en la lucha contra el fascismo. Para los comunistas y para nuestro Partido hacer el balance de la Internacional Comunista, especialmente de su VII Congreso, ligado a la guerra mundial y al papel del camarada Stalin, es tarea perentoria. En 1943 fue disuelta la Internacional y quedó un Comité de Información.
(PCP, LINEA INTERNACIONAL)


STALINGRADO EL PUNTO DE VIRAJE DE LA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL 



El 2 de febrero de 1943 se produjo la rendición oficial del Ejército alemán comandado por el mariscal Paulus ante el Ejército Rojo

La II guerra mundial es un hecho de trascendencia en la historia del mundo, estrictamente comenzó en 1939 y termino en 1945 –, la batalla de Stalingrado se considera el punto de viraje de la II Guerra Mundial.

Esta guerra mundial, por un lado, fue una guerra de rapiña imperialista, de disputa por la hegemonía mundial que demandaba para si Alemania bajo  Hitler; pero, por otro lado, es la defensa del socialismo y desarrollo de la revolución.

 La guerra librada entonces por la URSS fue una gran guerra patria. Fue una justa guerra de defensa, una gran guerra patria, así fue definida con toda corrección, por eso; y de desarrollo de la revolución mundial porque a más de esa gloriosa defensa heroica que a la URSS costo 20 millones de hombres, tenemos una lucha antimperialista que va a desenvolverse en naciones oprimidas principalmente en China. En China se retuvo durante largo tiempo el 60% del ejército japonés; se habla del frente occidental, pero se olvida del  frente oriental pero tomando sólo lo librado en Europa. Pero, viendo el problema de Oriente, que es un gran frente de lucha y un gran frente revolucionario, por eso es  erróneo cuando se le pretende reducir a la acción de los occidentales imperialistas y principalmente de los Estados Unidos, eso no ha sido así. 

Es la gran guerra de resistencia de naciones oprimidas, como China, como Corea, como Birmania, como Indonesia, Filipinas, etc., donde precisamente los imperialistas fugaron como ratas y fueron los pueblos de esas naciones los que tomaron las armas; los que tuvieron la suerte de contar con un partido comunista triunfaron y avanzaron y, los que no, por lo menos se libraron en forma transaccional de ser colonias, por ejemplo Indonesia que dejo de ser, a consecuencia de esa guerra, colonia de Holanda.

En esa guerra había un siniestro plan: la cruzada contra la URSS, lo que expresa claramente su entraña reaccionaria y porque así fue planteada por el mismo Hitler, como una cruzada antibolchevique, porque el sueño negro que tenían era barrer a la URSS de la faz de la tierra; fútil, sueño de vidrio, se estrelló contra el poder de la dictadura del proletariado, con la dirección del partido y del camarada STALIN, del proletariado ruso, del pueblo ruso.

 ¡Paginas heroicas!: Stalingrado, la más grande lucha de guerra en ciudades, de guerra en calles, la que más mortandad genera, ahí se peleó no solo casa por casa sino cuarto por cuarto; son capítulos que han estremecido al mundo.

Ahí también se ha visto bien claramente el sucio juego, artero de los aliados imperialistas: Estados Unidos, Inglaterra, no se habla de Francia porque estaba ocupada – y lo fue en sólo 18 días-, arteros aliados imnperialistas que retrasaban la apertura de la invasión de Europa por el norte para golpear el corazón de Alemania, buscando que la Alemania fascista derrotara a la URSS.

Todos debemos recordar, que esa ofensiva fascista encabezada por los nazis a la cual coadyuvaron los fascistas italianos, los fascistas españoles de franco y utilizaron todo el poderío económico de la Europa sojuzgada, lanzo millón y medio de hombres, la flor y nata del ejército alemán, el 75% de su fuerza aérea, penetraron en el territorio soviético
.
 Pero sabiamente el camarada STALIN había manejado la diplomacia en grande y con sutileza- son cosas que no pueden olvidarse, el pacto germano-soviético era necesario; algunos dicen, pero eso no libro a la URSS de la invasión, no saben de qué hablan, una cosa era  ganar tiempo y otra cosa era que necesariamente Alemania golpearía a la URSS, razón: no podía seguir avanzando en occidente con un poderoso enemigo a las espaldas y con una feroz y riquísima tierra de un fabuloso potencial; hay que entender la realidad tal cual es porque así incluso entendemos en que se basaron esos socialimperialistas ( y hoy, reducido a Rusia, todavía una superpotencia atómica, el “perro flaco” , nota de redacción) y un pueblo por encima de los 200 millones, eso era inevitable. 

Hay que destacar la sagacidad y penetración del servicio de inteligencia soviético, ¡eso era servicio de inteligencia!, que llegaron a saber el día de la invasión; dicen que de nada sirvió –creo que son eructos tontos.

¿Qué podía hacer Rusia ante semejante embate?, aplicar pues una defensiva estratégica y eso es lo que se hizo- nosotros como comunistas y ya manejando guerra popular entendemos que es una defensiva  estratégica- y eso fue lo que se hizo, unida a tierra arrasada, a no dejarles nada, tierra pelada.

Estaba en juego la dictadura del proletariado, estaba en juego la revolución, no podemos pararnos en mientes ni podemos simplemente dejarnos entorpecer como dice el Presidente Mao, por defensa de pulgadas de terrenos no de cacharros; así somos, pues, los comunistas.

Los fascistas se estrellaron en las puertas de Leningrado, en las puertas de Moscú y en stalingrado; pero no solamente se hizo tierra arrasada sino que se dejó guerrillas y hasta hombres individualmente con un buen fusil y buena cantidad de municiones y su vodka para el frio y para aniquilar a uno de esos, los alemanes tenían que perder 40 hombres, ese es el promedio camaradas.

No ha sido pues fácil como los alemanes creyeron; piénsese camaradas que esa ofensiva es un plan militar de alta calidad, así, los más altos y esclarecidos jefes militares alemanes elaboraron ese plan y la escuela alemana tiene tradición de guerra muchas veces probada: en tres meses iban a conquistar la URSS, en tres meses. La previsión del camarada STALIN, ya había tomado medidas desde los años treinta cuando hay la gran transformación del campo y de la industria, habían traspasado ya fabricas más allá de los Urales previendo incluso la posibilidad de abandonar hasta Moscú, pues es cierto, todo estaba ya listo por si no podían en ultimo termino defender Moscú, aunque esa fuera la decisión tomada, estaba previsto ya el desplazar la dirección y el centro a los Urales; así, lo primero que se hizo fue tomar medidas para el traslado de LENIN porque no podía caer en sucias manos de miserables hijos del averno, no podía caer.

 Pero la orden, después que penetraron hasta las puertas antedichas, la orden fue ¡no retroceder más!; ustedes dirán ¿y cómo habían esos planes de irse hasta los Urales?, camaradas, siempre hay un plan por si falla, nunca se hace un solo plan, eso es de intonsos, se tiene planes para varias circunstancias y hasta las extremas. (Aquí está muy claro lo dicho por el Presidente Gonzalo, esta preciso contra la LOD revisionista y capitulacionista, hoy agrupada en el Movadef,que quiere traficar con esto de un “plan b”. Los planes alternativos, no son para capitular, no así no fue, no fue para someterse al invasor, sino para saber qué hacer en cada circunstancia para mantener en alto las banderas de la revolución, la guerra defensa del socialismo y desarrollo de la revolución).

 Es muy memorable y siempre hay que resaltar como un 7 de noviembre, aniversario de la revolución, no tuvieron donde celebrarlo y ya se daba por imposible cumplirla; camarada STALIN dijo: ¨!a la estación!¨, ¨pero ahí no hay estrado, ahí no hay butacas¨, camarada STALIN paro un cajón, de pie en el hablo celebrando la revolución y dijo: ¨?cuantos éramos cuando conquistamos el poder, que fuerzas teníamos cuando rechazamos la agresión imperialista inmediata a la revolución de octubre?,!pocos y débiles! En comparación de lo que somos hoy, por tanto no nos habrán de vencer, ¡los aplastaremos! Y a la bestia la aniquilaremos en su propio cubil, en Berlín¨, ¿así no dijo? Camaradas, son cosas que uno debe recordar, así nomás no se puede enjuiciar al camarada STALIN, por eso es que el partido dice hay que ver la II guerra mundial.

Es de todos conocidos como después de eso vino la gran resistencia, el quiebre de las líneas alemanas, el embolsamiento de stalingrado desde los mandos
(…)
Pero aquí, les dijo Hitler, los arios no retroceden, los arios no pueden ser derrotados por barbaros, por mongoles, por inferiores¨, si pues,  pero esos inferiores, barbaros, mongoles, los cazaron como ratas y tuvieron que rendirse.

Es bueno reiterar siempre esto: STALIN, manejador de la guerra con destreza y sabiduría, siempre tenía en cuenta el elemento moral e hizo desfilar a todos los nazis vencidos, rendidos y arrojar sus banderas, sus águilas, sus esvásticas  al pie del mausoleo de LENIN; no solo gran derrota militar, ¡gran derrota moral!, la arrogancia, la soberbia nazi había sido hundida en el fango y pisoteada, ¡fue el más grande golpe moral que recibió!, ahí comenzó el quiebre del ejército nazi. La otra resistencia de los 300 mil de la raza heroica que impedirían el acceso de los rusos a Alemania, la ofensiva soviética del ejército rojo la hizo saltar en mil pedazos y se voló 300 mil hombres más; Alemania estaba deshecha, claro pues camaradas. Es ahí cuando los occidentales imperialistas se apresuran a desembarcar en Normandía, ?porque? por qué  el ejército rojo, los comunistas y el comunismo avanzaba amenazador sobre toda Europa, eso fue; pero bien sabemos que en los comienzos de mayo, el ejército rojo tomo Berlín y en el Reichstag, el parlamento corporativo que tenían ellos, clavaron la bandera roja con la hoz y el martillo, para eterna memoria quedan las fotografías. Hitler se suicidó, como bien sabemos, fue incluso incinerado pues sabía lo que vendría si el quedaba, no le iban a perdonar; los occidentales, ellos quizá, pero la URSS no lo iba a perdonar.

El otro grandioso frente, en Oriente, tiene como centro a china donde el ejército japonés se enfango en un mar de masas, minado, socavado por la guerra de guerrillas; diversas naciones oprimidas tomaron las armas contra ellos.


Nota: el texto que antecede ha sido adecuado ( AND, 29 de enero de 2018) para la celebración de la gran victoria revolucionaria de Stalingrado, en el 75 aniversario de esta magna fecha del calendario de la revolución proletaria mundial. Es una adecuación de una intervención del Presidente Gonzalo en el I Congreso del PCP.

Wednesday, December 19, 2018

GALIZA: Palestra sobre a guerra popular na India e Filipinas en Vigo


FRANCIA: Comunicado del PC maoísta "Hacia una lucha prolongada"

miércoles, 19 de diciembre de 2018


 "Hacia una lucha prolongada"

"Vers une lutte prolongée" - PCmaoiste France 


El día ayer la movilización vio el impresionante despliegue de las fuerzas del orden. Incluso la fuerza de descanso ha sido activada para intentar quebrar el movimiento. Cientos de arrestos se realizaron incluso antes del inicio de las manifestaciones. Arrestos dirigidos a posibles "matones". Al final del día, ¡hubo casi 1939 arrestos, incluyendo 1700 en custodia policial! Estos números enormes subrayan la importancia dada al movimiento por el Estado, que tuvo que desplegar esfuerzos logísticos significativos. Solo en París, la cantidad de custodia policial no pudo haber sido asumida por las estaciones de policía del municipio, por lo que hubo necesariamente un recurso a las estaciones de policía suburbanas, lo que representa una gran cantidad de recursos. En París, Burdeos y Marsella, se movilizaron vehículos blindados. Solo en la capital, ya existían 8000 efectivos de las fuerzas represivas (89 000 en todo el territorio).

Se dispuso todo esto para que el nivel de violencia en París sea "menos importante" que el del 1 de diciembre. La principal diferencia para el Esado es la ausencia de un ataque simbólico, como las imágenes del Arco de Triunfo la semana pasada. Y, sin embargo, todo no salió como estaba previsto para el gobierno. Más diseminada en los hermosos vecindarios que hace una semana, el daño es
más importante en la capital según el ayuntamiento de París. En muchas ciudades, la ira se expresó una vez más y los enfrentamientos fueron incluso más violentos que la semana pasada, como en Toulouse, Saint Etienne y Burdeos en particular. En Puy, la "capital" del siniestro Laurent Wauquiez, artesano del acercamiento a un frente electoral que combina el ala derecha de LR, el Rally Nacional (ex-FN) o fuerzas más pequeñas como los Patriotas (Philippot ex-FN), el La protesta no ha bajado y la prefectura ha sido atacada nuevamente.

Pero en general, se puede decir que la violencia de las manifestaciones fue más controlada, porque se esperaba más. La del Estado, por otro lado, fue aún mayor con este despliegue de fuerzas sin precedentes. Y así es como el gobierno está satisfecho con los pedidos de calma, nos dice que es un "truco de violencia". ¡Pero está metiendo el dedo en el ojo! ¡Esto es una vez más la prueba del enorme desprecio y la gran arrogancia! ¿Qué hará el gobierno? Entregar la ISF? ¿Aumentar el salario mínimo y la RSA? Asegurar un mejor seguro de desempleo? ¿Aumentar las pensiones de nuestros mayores? ¡Obviamente no! Piensa que ganó la batalla de la violencia, y de ese modo ganó la batalla política.


En cierto modo, es cierto que el Estado burgués ha ganado por el momento la batalla de la violencia, ya que la ejerce en cada momento de nuestras vidas: cuando nos levantamos por la mañana con un cuerpo doloroso por el trabajo que destruye nuestra salud; cuando no está contratado porque no vive en el vecindario correcto y / o no tiene el color de piel "correcto"; cuando estamos confinados a tareas de segunda categoría y nos pagan menos porque somos mujeres; cuando dudamos entre comprar regalos para niños o irnos de vacaciones porque sabemos que no podemos hacer ambas cosas; cuando el auto no pasa el control técnico pero aún debemos andar con él porque de lo contrario perdemos el taf; cuando te despiden y obtienes esa losa en compensación y sabes de todos modos que será realmente difícil encontrar trabajo de nuevo; cuando pierde el uso de una mano, un pie o algo peor debido a un accidente en el trabajo; cuando uno es expulsado de la vivienda porque se ha acumulado la escoria y se logra más para dejar la cabeza del agua; cuando antes de fin de mes, simplemente cavamos nuestro descubrimiento; cuando vemos suicidios a nuestro alrededor porque la gente ya no puede hacer frente; cuando tenemos que pasar nuestras vidas trabajando y agachando la cabeza mientras que otros nos atiborran ... esa es la violencia, la violencia real que sufrimos todos los días y de la cual el estado y el gobierno son responsables Porque protegen y mantienen este sistema de humillación, opresión y explotación.

Respecto a la violencia de la calle, la violencia de las masas populares es un tema diferente. La violencia popular es legítima. Incluso es necesaria si realmente queremos "cambiar las cosas". Es aún más si queremos hacer la revolución. Y por revolución, no se trata de un cambio de gobierno. Eso no es una revolución. Una revolución es cuando una clase cambia a otra clase de poder. Esto sucedió en 1789 cuando la burguesía expulsó a la nobleza del poder con la ayuda del campesinado y el proletariado embrionario. Esto sucedió en 1871, la Comuna de París, en 1917, la Revolución rusa en 1949, la Revolución China, cuando el proletariado expulsó a la burguesía del poder. Y la revolución de hoy es necesariamente el proletariado que tiene que expulsar a la burguesía del poder. De lo contrario, no hablaríamos de revolución. Echemos un vistazo a las revueltas de los países árabes que fueron descritas como revoluciones por la mayoría de los "observadores". O bien el imperialismo intervino directamente y luego fue la guerra total (Libia, Siria); al final, el sistema funcionó bien y solo hubo un cambio de mentalidad (y más ...).

Por lo tanto, no podemos contentarnos con una "revolución ciudadana", una "6ta República" u otro objetivo no interesante para aquellos que realmente quieren transformar profundamente la sociedad. Transformar el mundo es asegurarse de que todos puedan vivir de su trabajo de acuerdo con sus posibilidades y que sea la clase trabajadora, la que produce toda la riqueza, sea quien está en el poder. Debemos mostrar claramente que el único camino es la revolución proletaria. Esta es la única revolución posible que da democracia a las masas: todos los trabajadores, incluidos los que están desempleados, los pequeños campesinos, los pequeños comerciantes y los pequeños artesanos. Es el único que impone su voluntad por todos los medios a los actuales gobernantes: rentistas y accionistas, empleadores, grandes terratenientes y de bienes raíces, la casta de altos funcionarios que administran el Estado burgués.

Y esta lucha, es necesariamente prolongada. Lo vimos este fin de semana, el enemigo es poderoso y no lo dejará ir solo, solo porque se lo pida. Elige el terreno, filtra las fuerzas, nos dirige al fracaso y al agotamiento por la desmovilización. Solo entiende el lenguaje del equilibrio de poder. Y si queremos ganar, tenemos que darnos los medios. No es con las marchas pacíficas que llegaremos allí. Si ese fuera el caso, ya habría ocurrido dado el número de protestas que los sindicatos y otras asociaciones ya han hecho. El único camino es el de la violencia revolucionaria de masas cometida durante mucho tiempo: la guerra popular prolongada. Y las experiencias revolucionarias pasadas han demostrado que tal proceso solo es posible con los tres instrumentos de la revolución: el Partido, la Fuerza Combatiente y el Frente. Este es nuestro camino, nuestro compromiso diario, nuestra prioridad de desarrollo. Nuestro método es construir los 3 instrumentos en el fuego de la lucha de clases, en estrecha relación con las masas.

Por lo tanto, continuaremos invirtiendo completamente en el movimiento de los chalecos amarillos con este objetivo: ¡GANAR!


¡Todo el poder a la clase obrera!
¡Viva las luchas de las masas populares!
¡Abajo el imperialismo, la etapa superior del capitalismo!
¡La rebelión se justifica!
¡Atreverse a luchar, atreverse a conquistar!

Traducción no oficial de la AND-Hamburgo según lo publicado
por dazibao rojo en 12:09 p. m.

Francia.Video: Vive le Parti Communiste maoïste et les Jeunes Revolutionnaires. Viva el Partido Comunista y los Jóvenes Revolucionarios

Im Folgenden spiegeln wie ein Video, welches von dem Medienkollektiv "Kang Scheng Productions" an uns geschickt wurde, die Material von der "Gelbwesten"-Bewegung in Frankreich und Aufnahmen von militanten Aktionen, die in der BRD zur Unterstützung der maoistischen Kommunistischen Partei Frankreichs und der Jungen Revolutionäre gemacht wurden, gesammelt haben. In Mitten der höchsten "Terrorwarnstufe" in Frankreich, was natürlich auch seine Auswirkung in der benachbarten BRD fand - mit enorm gesteigerter Polizeipräsenz, willkürlichen Straßensperren und Kontrollpunkten sowie erhöhter Überwachung und Wachsamkeit der Repressionskräfte im Allgemeinen - haben Aktivisten in mehreren Städten eine Reihe von Aktionen zur untersützung des Kampfes unser Klassenbrüder und -schwestern in Frankreich durchgeführt.
Prolétaires de tous les pays, unissez-vous!

TRADUCCIÓN DEL ALEMÁN:

A continuación de estas líneas presentamoso en video, que nos ha sido remitido por el colectivo de medios "Kang Scheng Productions" , el material reunido del movimiento de  los "Chalecos Amarillos" de Francia y de tomas de acciones militantes, que se han realizado en la RFA en apoyo del Partido Comunista Maoísta de Francia y de los jóvenes revolucionarios. En medio del más alto "Grado de Amenaza de Terror" en Francia, lo que naturalmente encontró su efecto en la RFA con enrome despliegue policial, arbitrarias barreras a la circulación y vigilancia de las fuerzas represivas en general- los activistas en muchas ciudades han realizado ua serie de acciones de apoyo a las lucha de nuestros hermanos de clase en Francia.

 Proletario de todos los países, uníos!


    Geschrieben von cazi               
    17. Dezember 2018

Escrito por Cazi
17 de diciembre de 2018