Donnerstag, 16. Februar 2017

A nova DemocraciaNovo governo ianque aumenta agressão aos povos

  


Bombardeio ianque destroi cidade Yakla, 29/01


O novo governo ianque, chefiado pelo arquirreacionário Donald Trump, atendendo ao chamado do establishment, toma já as suas primeiras medidas no sentido de incrementar o assalto às nações oprimidas do terceiro mundo, a guerra de agressão e rapina contra estas, visando combater, com o genocídio e a violência mais cruenta, as lutas de resistência nacional das massas nestas nações. Tudo para dar sobrevida a este já apodrecido sistema de exploração e opressão que reina sobre a Terra.
 
“As particularidades políticas do imperialismo são a violência e a reação em toda a linha”, disse o grande Lenin na sua genial obra Imperialismo, fase superior do capitalismo, publicada em 1916. Hoje, pouco além do completar de seu centenário, a tendência absoluta do imperialismo é a ainda mais criminosa violência, o genocídio e a reação. Por conta disso que afirmamos em AND nº 180, nas palavras da Associação de Nova Democracia (Hamburgo, Alemanha): “O próximo governo ianque será, com relação ao atual, ainda mais reacionário, genocida e descarregará mais fome, repressão e morte sobre os operários e o povo norte-americano”. Trataremos, em síntese, de listar as recentes manobras deste novo governo ianque contra as nações oprimidas, particularmente no Oriente Médio.

Odiosa agressão ao Iêmen
 
A nação iemenita foi a primeira vítima deste novo governo chefiado pelo bandido Trump. O exército ianque atacou, neste 29 de janeiro, o município de Yakla, no centro do Iêmen, utilizando-se de bombardeios lançados covardemente por drones e helicópteros de guerra Apache, sob o falso e ensanguentado manto de “guerra ao terrorismo”.

A informação veiculada na imprensa dá conta de 14 pessoas assassinadas por este covarde ataque ianque. As vítimas foram prontamente acusadas de serem “suspeitos de vinculação à Al-Qaeda”. Os alvos dos bombardeios incluíam uma escola e uma mesquita (casa religiosa do islamismo).
No entanto, as massas agredidas vêm revidando a agressão imperialista. Nesta operação os ianques sofreram baixas humanas e materiais. Um dos seus soldados acabou aniquilado no combate, além de outros 4 feridos. Uma aeronave militar ianque teve que realizar pouso forçado por danos, e testemunhas afirmam que um helicóptero Apache foi derrubado. Ambos acontecimentos são resultados dos combates com a resistência nacional.

Em nota de imprensa emitida pela Al-Qaeda na Península Arábica (AQPA), há a denúncia de que foram, na realidade, 30 o número de vítimas fatais desse criminoso ataque ianque e que nenhuma delas pertencia às fileiras desta organização.

Este ataque vem demonstrar que contra o imperialismo não há leis ou direitos humanos que valham, pois estes podem, impunemente, converter eventuais “suspeitos” em alvos certeiros de seus bombardeios indiscriminados e contra a população civil de um país saqueado. Estas são as “particularidades políticas do imperialismo”: a violência e a reação, como afirmou Lenin.